quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Não é uma estrada fácil



A vida de qualquer cristão verdadeiro é uma batalha. E é uma batalha que pode ser travada com alegria, sabendo que a vitória é certa. Sabemos que o Senhor já venceu por nós. Ou, pode ser vivida de forma temerosa.
Uma visão distorcida de uma vida santificada é acreditar que ela faz com que toda a nossa existência seja um viver vitoriosa, uma “moleza”. A vida mais santificada que esta terra já conheceu foi a de Jesus Cristo. E será que a vida dEle foi “moleza”?
Se você ainda acha que a vida cristã seja uma estrada fácil, então experimente estes sete testes a respeito do caráter cristão:
1- Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer. – Rm 12.20
2- Quando você fizer um banquete, não convide os ricos. – Lc 14.12 Será que convidaríamos pessoas que sabemos que não terão condições de retribuir?
3- Ande a segunda milha.
4- Considere o seu próximo maior do que você mesmo.
5- Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Lc 6.31
6- Trate as pessoas como se fosse o próprio Senhor Jesus – Mt 25 35-36
7- Tome a sua Cruz e siga a Jesus.

Precisamos rejeitar as distrações, declarar morte ao interesse próprio, à auto piedade, ao egoísmo e a todos os sentimentos do gênero. Todas as fragilidades humanas devem ser substituídas pela plenitude do Espírito, o qual deve encher, inundar e transbordar o nosso coração. Só assim será possível cumprir o soberano chamado de Deus em Cristo Jesus.

Extraído: Sedentos pelo Avivamento
Pr. Miguel Angelo

terça-feira, 10 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Por que esta indiferença sufocante?



Nós, cristãos, somos devedores a todos os homens, em todos os tempos e em todos os lugares. Os homens são cegos, e por isso, precisam ser guiados. Eles são prisioneiros, precisamos libertá-los. O homem pecador está espiritualmente doente, precisam ser curados. O homem sem Deus está morto, precisamos levantá-lo de entre os mortos por intermédio do poder do Espírito Santo.
Entretanto, somos teimosamente complacentes com o estado de perdição do homem! Somos cronicamente preguiçosos e insensivelmente indiferentes a este estado de perdição! Será que se virmos um cego caminhando em direção à beira de um grande abismo, vamos permanecer parados, debaixo de uma indiferença presunçosa, mesmo sabendo que aquela eminente queda significaria morte certa? A igreja está morrendo sob os próprios pés.
Nossa condenação é porque sabemos como viver melhor do que estamos vivendo; poderíamos ter vida mais abundante do que temos, e realmente deveríamos ter.
Certo crítico disse que nossos templos estão cheios de pessoas vazias. Talvez eles estejam metade cheios de pessoas meio vazias. Possuímos vida, mas não uma vida plena; poder, mas não todo poder; preocupação, mas não uma preocupação que nos leve a agir; modismos; mas não paixão; interesse, mas não inspiração; habilidade, mas não disponibilidade.
Um garoto que acorda todos os dias às quatro da manhã para entregar jornais é considerado alguém batalhador, conseguirá um lugar ao sol. Entretanto, convocar os nossos jovens para levantar às cinco e meia da manhã para orar é considerado fanatismo.
Uma mulher com os seguintes compromissos – jogos, dança, etc – pode gastas até sete ou oito horas por dia, envolvidas com estas coisas irritantes trivialidades. Entretanto, se essa mulher dedicar estas mesmas horas em oração será classificada como uma pessoa religiosamente desequilibrada.
Um homem que separa R$ 60,00 reais do seu orçamento para gastar com cigarros, bebidas e jogos é considerado um indivíduo interessante aos olhos do mundo. Todavia o irmão que, por causa do seu amor pelo Senhor e pelos perdidos, dizima a mesma quantia, não apenas ouve comentários maldosos de que está sendo explorado por pastores preguiçosos, mas também é visto pelos colegas como perfeito idiota.
“Sonhei que de alguma forma eu tinha vindo morar na terra da confusão, onde vício é virtude, e virtude é vício; onde bonito é sórdido, e sórdido é bonito; onde o certo é errado, e o errado é certo; onde o branco e preto, e o preto é branco”
Todo o nosso senso de valores precisa passar por uma mudança radical. Antes de comparecermos diante do tribunal de Deus.
Trecho do livro: “Sedentos por avivamento” - Leonard Ravenhill

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

REFORMA


Reformar a nação, particularmente a igreja...”
John Wesley


Reformar quer dizer: Mudança para melhor, melhoramento, modificação.
Penso que quando começamos uma reforma, sempre pensamos em melhorar aquilo que já existe. Por mais transtornos que esta reforma possa trazer, sempre no final ficamos felizes. Não lembramos mais da poeira, do entulho, do barulho e etc.
Quando as reformas são necessárias? Quando aquilo que temos já não corresponde as nossas atuais necessidades. Quando há crescimento e a estrutura já não comporta. Quando ficamos ultrapassados.
A história da igreja revela os vários momentos em que ela teve que passar por reformas. Em 1729, o Clube Santo desenvolveu uma práxis significante: As visitas nas prisões o acompanhamento de condenados até a morte e o atendimento de pessoas carentes mediante a educação e o fornecimento de alimentos e remédios. Wesley tinha uma firme convicção de que a nação precisava passar por uma reforma radical e parte dessa reforma passaria pela igreja. ” ...deu-se conta que a transformação duradoura de pessoas necessitava da reforma da igreja, e que a reforma da igreja implicava em reforma da nação.”

Você já deve ter visto esta placa: “Desculpe o transtorno, estamos em reforma”.
Reflita:
Meu querido, desculpe o transtorno, estou em reforma!
Pr. Miguel Angelo
31 de outubro, dia da reforma protestante

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Fazendo a minha parte




“Bem-aventurado o homem cuja força está em Ti… o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva.” (Sl 84.4-6).
O Vale de Baca, também chamado Vale das Balsameiras, Vale de Lágrimas e Vale Árido, era a rota obrigatória para os israelitas nas suas peregrinações a Jerusalém, e tornou-se um símbolo das tribulações que enfrentamos nesta nossa peregrinação terrena, a caminho da Jerusalém celestial.
A pergunta é: O que fazer no vale de Baca?
Cavar poços. No livro de Gêneses, Cap. 26.18 – Isaque cavou poços, os mesmos que seu pai Abraão tinha cavado e foram entupidos pelos filisteus. Os servos de Isaque acharam água viva, água boa para se beber.
Cavar poços é um ato de sobrevivência. Os peregrinos orientais, quando passam por regiões áridas, sem água, cavam poços e, deste modo, conseguem água para si e para os seus animais.
Cavar poços também é a sua parte. É você que tem o dever de cavar poços e não Deus. A sua missão é fazer do deserto um manancial. É cavar uma cisterna onde a água vai ser reservada para suprir a sua vida e de todos os seus.

Espere pela chuva.... Esta é a parte de Deus.
“… de bênção o cobre a primeira chuva.” (Salmo 84.6). Isto estabelece uma distinção muito importante para todas estas considerações: os poços que cavamos no Vale de Baca geralmente são do tipo reservatório. Nós os cavamos, mas eles só se encherão quando Deus fizer chover. Tais poços não se enchem de baixo para cima, mas de cima para baixo. Nós fazemos a nossa parte, Deus faz a dEle. Cavar poços, abrir reservatórios é um meio; não um fim. A bênção não está no meio, no reservatório, mas no Deus dos meios que enche o reservatório com Seu conforto, com Sua paz, com Sua alegria, com Sua salvação, com Seu poder, com Sua presença.
Trazer a chuva é promessa dEle. Faça a sua parte e Ele fará a dEle.
Pr. Miguel Angelo

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

CHEGA DE PENSAR ...




“Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...”
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Chegamos longe demais pensando em como ser igreja, está na hora de agir.


Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Se queremos seguir em frente, precisamos virar a página e começarmos uma nova história para nós como igreja Metodista em Água Fria.
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na vida da igreja. Precisamos sair da esfera do pensamento, da letargia e agora colocar em prática um novo tempo.
Vamos escrever este novo momento em nossa comunidade, que venha 2010 !!!

Pr. Miguel Angelo
( Adaptação do poema de Fernando Pessoa – “Chega”)

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A NEGLIGÊNCIA TRARÁ CONSEQÜÊNCIAS



Quais as conseqüências de se negligenciar o sacerdócio em casa? Juízo divino para o sacerdote, além da evidente rebeldia vinda dos filhos. A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criava no templo. E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei. Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu”. (I Samuel 3:13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu. Toda omissão no sacerdócio do lar sempre trará conseqüências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos, e se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos. Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como sacerdote em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?” (I Reis 1:6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser sacerdotes dedicados em ministrar e cobrir suas vidas.
Que o Senhor nos ajude a ordenar nossos passos nesta área!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

COBERTURA DE ORAÇÃO



Também vemos na Bíblia que o sacerdote do lar deve cobrir os seus com oração. A Palavra de Deus nos mostra que Isaque orava a Deus para que abrisse a madre de Rebeca, sua mulher. E Deus ouviu suas orações (Gn.25:21). As Escrituras ainda nos falam acerca de Jó, que periodicamente chamava seus filhos para um culto e sacrificava ao Senhor em favor deles, com medo de terem pecado contra Deus (Jó 1:5).
O homem e mulher de Deus precisam ter um coração e uma vida de oração voltados para cobrir e proteger a sua família. Vemos este exemplo na vida de Esdras:
“Então, apregoei ali um jejum junto ao Rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos, e para tudo o que era nosso”. (Esdras 8:21)
Em I Samuel 30 lemos acerca de Davi e seus homens saindo para a batalha e deixando suas mulheres e crianças desprotegidas em Ziclague. Enquanto eles estavam fora, os amalequitas incendiaram a cidade e levaram suas mulheres e filhos em cativeiro. Três dias depois, eles chegaram e se desesperaram pelo ocorrido. Finalmente, se fortaleceram no Senhor e foram atrás dos seus, conseguindo resgata-los. Aprendemos duas lições aqui. Primeiro que precisamos proteger os nossos familiares, cobrindo-os em oração e não permanecendo distantes deles. Segundo, que algumas vezes nos tornamos descuidados, e o inimigo pode se aproveitar de nosso descuido. Mas também aprendemos junto que Deus é fiel, e mesmo quando falhamos, sua misericórdia ainda pode nos ajudar a consertar aquilo em que erramos. O Sacerdócio envolve proteção. Deus nos mostrou isto em sua Palavra desde o início, com o que ordenou a Adão, no Jardim do Éden:
“Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar”. (Gênesis 2:15)
Note que além de cultivar o jardim, o homem deveria também guardá-lo, protegê-lo. Mas guardar de quem, se nem mesmo Eva ainda havia sido criada? Penso que Deus já estava indicando a Adão que Satanás, o inimigo de nossas almas, tentaria destruir o que o Senhor estava colocando nas mãos do homem. Se Adão tivesse protegido a Eva, em vigilância, bem como ministrando-lhe sobre a importância da obediência ao Senhor, provavelmente aquilo não teria acontecido. Também nós precisamos guardar e proteger nossas famílias, e isto envolve oração e vigilância, bem como a ministração da Palavra de Deus em nossos lares.
Muita gente fala da forma maravilhosa como Deus visitou a casa de Cornélio (At.10) com salvação e enchimento do Espírito Santo. Mas isto não aconteceu de graça. Este homem orava continuamente a Deus. E onde há uma semeadura de oração, sempre haverá uma colheita da manifestação do poder de Deus! Se cobrirmos nossa casa de oração, veremos feitos grandiosos acontecendo em nosso favor, pois o Senhor SEMPRE age num ambiente de muitas orações.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O CABEÇA É O RESPONSÁVEL





Na condição de cabeça do lar, o homem é o responsável de quem Deus cobrará o exercício do sacerdócio. É óbvio que a mulher deve participar exercendo o sacerdócio juntamente com seu marido, mas a responsabilidade maior não está sobre seus ombros. Muitos maridos se acomodam por ver sua esposa fazendo bem o seu papel, mas não deveriam agir assim. Por melhor que seja a ajuda da mulher, o homem tem que fazer a sua parte!

No caso da mulher cujo marido não é convertido, entendemos que ela deve assumir a posição de sacerdotisa sobre os filhos, porém não sobre seu marido. Parece-nos ter sido exatamente o que aconteceu na casa de Timóteo, discípulo do apóstolo Paulo. A Bíblia menciona apenas a mãe dele como sendo convertida:

“Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio”. (Atos 16:1,2)
E além da Bíblia nada falar sobre o pai de Timóteo sendo convertido, ainda mostra que a cadeia de ensino e discipulado foi sendo transmitida por meio da avó e depois da mãe dele:

“Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria pela recordação de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti”. (II Timóteo 1:4,5)
Portanto, na falta do homem como sacerdote, ou na incapacidade dele de exerce-lo – por não ser convertido, por exemplo – a mãe assume este papel, porém sempre em relação aos filhos, nunca em relação ao marido:
“E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre o marido”. (I Timóteo 2:12)

Os pais cristãos devem entender a sua responsabilidade de suprir não só as necessidades materiais e emocionais de seus filhos, mas também as espirituais. A Palavra de Deus declara que “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Sl.127:3).

Os filhos não nos pertencem, são propriedade de Deus. Ele apenas nos confiou seus cuidados, e um dia teremos que responder perante Ele por isso. Daremos conta da forma como criamos nossos filhos, e isto deve trazer temor ao nosso coração, especialmente no que diz respeito à formação espiritual deles. Não podemos brincar com isto!

Deus está chamando os pais a assumirem um compromisso maior com Ele de ministrar a vida espiritual de seus filhos. É preciso ministrar-lhes o coração. Desde os dias da Velha Aliança o Senhor já esperava isto:
“Não te esqueças do dia em que estiveste perante o Senhor, teu Deus, em Horebe, quando o Senhor me disse: Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará aos seus filhos”. (Deuteronômio 4:10)
No versículo anterior a este, Deus já havia dito: “...e as farás saber aos teus filhos e aos filhos de teus filhos” (Dt.4:9). Precisamos ministrar a Palavra de Deus aos nossos filhos! Nosso ensino – ou a falta dele – tem o poder de afetar o resto da vida de nossos filhos; foi Deus mesmo quem declarou isto:

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, a ainda quando for velho, não se desviará dele”. (Provérbios 22:6)
Não se trata apenas de dar uma boa educação, mas sim a verdadeira educação. Ensinar-lhes a andar nas veredas da justiça, nos caminhos bíblicos. Isto também é um mandamento claro e expresso da Nova Aliança:

“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”. (Efésios 6:4)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O SACERDÓCIO COMEÇA NO LAR





Antes de ser sacerdote na igreja, o homem tem que ser sacerdote na sua própria casa:

“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher... e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como governará a Igreja de Deus?)“ (I Timóteo 3:2a, 4 e 5)

Não é porque vai governar a igreja que o bispo tem que ter um bom lar, mas justamente o contrário. O homem tem que ser o pastor do seu lar; isto é requisito não só para quem ingressa no ministério de tempo integral, mas é um exemplo de vida cristã. E se a pessoa não cumpre um requisito básico da vida cristã, então não tem autoridade para ser um ministro à frente da Igreja. Portanto, o mandamento de ser sacerdote no lar é para todo cristão. E isto envolve uma excelente conduta familiar, que depois será cobrada do líder como exemplo para o restante do rebanho:

“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísse presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados”. (Tito 1:5,6)

O homem, além de ser fiel à sua esposa, deve conduzir seus filhos no caminho do Senhor e numa vida de santidade, o que exigirá dele não só conselhos casuais, mas todo um acompanhamento, investimento e ministração na vida espiritual de seus familiares. O posicionamento de um homem de Deus sempre deve envolver sua casa. Este foi o exemplo dado por Josué:

“Mas se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais, se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. (Josué 24:15)

O texto acima reflete a responsabilidade de Josué de não apenas buscar ao Senhor, mas servi-lo com toda a sua família. Quando se trata de família, não existe a história de “cada um por si”. Embora a responsabilidade de cada um diante de Deus seja individual, precisamos aprender a lutar por nossos familiares, especialmente aqueles que possuem a incumbência de exercer o sacerdócio do lar.

O plano de Deus não é apenas para o homem sozinho, mas para toda a sua família. Quando o Senhor decidiu julgar e destruir a humanidade nos dias de Noé, não proveu salvação para ele sozinho, mas para toda a sua família (Gn.6:18). Vemos também que Deus prometeu a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da Terra (Gn.12:3).


Ao tirar Ló de Sodoma, o anjo do Senhor fez com que ele saísse com toda a família (Gn.19:12). No Novo Testamento encontramos um anjo visitando Cornélio e dizendo que deveria chamar a Pedro, “o qual te dirá palavras mediante as quais será salvo, tu e toda a tua casa”. (At.11:14).

E além de todas estas porções bíblicas, encontramos a clássica declaração do apóstolo Paulo ao carcereiro de Filipos:

“Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e toda a tua casa”. (Atos 16:31)

Deus tem um plano para toda a família. Não quer dizer que porque um se converteu, todos irão converter-se por causa deste texto. Não creio que ele seja uma promessa a todo crente, mas sim que revele uma intenção de Deus quanto às famílias de uma forma geral.

Vale lembrar que Paulo declarou isto ao carcereiro num momento em que este homem ia se matar. Paulo não podia vê-lo, pois além de estar dentro de sua cela, a Bíblia diz que eles estavam no escuro. O apóstolo Paulo teve uma revelação do Espírito Santo para uma pessoa específica, num momento específico. Não posso dizer: - “Ei, Deus! Você prometeu que se eu cresse iria salvar todo mundo lá em casa!”. Mas posso muito bem orar pelos meus familiares crendo que há um plano divino para a família. Cada familiar meu tem o direito de escolha, se dirão sim ou não a Jesus Cristo, é responsabilidade pessoal de cada um deles.

Mas farei de tudo para convence-los, ensina-los, cobri-los de oração intercessória e tudo o mais que for possível. No caso deste carcereiro filipense, o Senhor mostrou de antemão toda a família salva. Mas para cada um de nós, mesmo se não diga de antemão o que irá acontecer, Deus já revelou seu plano em sua Palavra para toda a família. E o sacerdote do lar tem uma grande responsabilidade de afetar o destino dos seus entes queridos.

Pr. Luciano Subirá

quinta-feira, 23 de julho de 2009

FUSION - 2009 - MOCIDADE



FOI UMA BENÇÃO!!!!!!

Espírito Santo, amigo para toda hora!



Sal 51.11 –“ Não me afastes da tua presença, nem tire de mim o teu Espírito Santo!”.


Ter amigos para toda hora! Ter uma pessoa que estará com você em qualquer situação. Posso afirmar que desfrutar de uma relação assim não é algo normal, ou natural. Adão e Eva, o primeiro casal, enfrentaram esta verdade logo depois da queda. Adão disse: “ A mulher que me deste... E Eva também disse: “A serpente me enganou... Ou seja, a união foi desfeita, o caminho foi dividido. Agora, o homem estava experimentando a possibilidade de andar sozinho, de enfrentar as lutas só, sem ajuda, sem um ombro amigo.
Quando o ser humano erra, por natureza, ele se isola. Ele se afasta dos outros, procura encontrar meios para o justificar. Mas, na verdade, nada pode apagar os sentimentos que estão machucando o seu coração.
Outra coisa é quando você “tem”. Tem saúde, tem dinheiro, tem carro, tem casa, tem piscina, tem churrasco, tem...tem...tem. Você tem todo mundo ao seu redor. Mas quando “falta”- falta saúde, dinheiro, carro, casa, piscina, churrasco, falta... falta... falta. Falta pessoas para chorar com você.
Pedro disse para Jesus: “vou contigo até a morte”.
O seu amigo disse: “Pode contar comigo”.
E assim como Pedro, o seu amigo fugiu, arrumou outras coisas para fazer quando você mais precisou. Abandonou você.
Eu tenho uma boa notícia pra você hoje. O Espírito Santo é o amigo para toda hora. Davi reconheceu isso quando ele pediu a Deus: “Não tire de mim o teu Espírito Santo!”
Senhor, Não tire de mim o teu Espírito! Não me afaste da tua presença!
O Apóstolo Paulo no livro de Romanos 8.35 escreveu: “Quem nos separará do amor de Cristo? Quem nos separará deste amigo fiel? Jesus disse que estará conosco até a consumação dos séculos.
Meu querido e amado irmão, se você está bem hoje, não despreze a presença do Espírito Santo. Se você está atravessando um período crítico, creia que ele também está presente. Para muitos irmãos, é o único que está presente, pois todos já se foram. E como ele prometeu e não pode mentir, ele está presente em qualquer hora.

Pr. Miguel Angelo

sexta-feira, 17 de julho de 2009

JOSÉ, O MOÇO QUE NÃO CONHECEU AMARGURA



“Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados” (Hb 12.15).
Parece que pela graça de Deus, a despeito de todas as dores, José foi capaz de manter o coração livre de amarguras, incredulidade, ódio, inveja e medo. Conseguiu permanecer notavelmente liberto dos traços de amargura e pode se tornar uma pessoa frutífera para a glória de Deus. Não permitiu que o espinho do passado demorasse a sair de dentro dele. Podia recordar as experiências infelizes, porém não demonstrou emoções negativas. Como obteve sucesso? Qual era o segredo? O que podemos aprender com a sua vida e com outras passagens das Escrituras que nos capacitam na solução de amarguras que porventura estejamos remoendo dentro de nós? José utilizou-se de várias PREVENÇÕES BÍBLICAS contra a amargura e você também poderá empregá-las, senão, vejamos:
1. José não duvidou do amor e da soberania de Deus (Gn 50.20). Muito antes de o apóstolo Paulo escrever Romanos 8.28, José praticou-o. Estava firmemente convencido de que Deus decreta e governa e não permitiria que nada acontecesse a ele que destruísse o seu potencial ou atrapalhasse o plano do Senhor para a sua vida.

2. José não remoia as suas mágoas. Alguém já disse: “Escreva as ofensas na areia, e os favores na rocha”. Não há registro de que José rememorasse o que lhe ocorrera de negativo. Deixara todas aquelas situações irem embora. José escolheu não remoê-las. Até mesmo colocou o nome de Manassés em seu filho primogênito que literalmente significa: “Fazendo-me esquecer dos meus sofrimentos na casa de meus pais”.

3. José não permitiu que o ressentimento criasse raízes. A mágoa é o início da amargura. Se a gente não lidar rapidamente com a ferida, ela pode facilmente fincar raízes e criar todos os tipos de problemas a nós e aos outros. Leia o que está em Hebreus 12.15.
4. José não se mostrou vingativo. Uma das reações mais naturais e imediatas ao sermos afligidos é o desejo de vingança. Tornamo-nos amargos e defensivos. Portanto, cresce a obsessão com o pensamento de revanchismo. Se todos nós vivêssemos na base de “Olho por olho” o mundo inteiro estaria cego.
5. José não permitiu que o passado afetasse o seu futuro. As antigas ofensas não se tornaram obstáculos. Ao invés disso, José utilizou-as como degraus. José sabia que a volta constante ao passado seria uma força destrutiva. Não havia nada que pudesse fazer para modificar o que acontecera, então optou por viver no presente ao invés de desperdiçar energia com o que já passara.
6. José abençoou os que o magoaram; pelo menos em quatro ocasiões (Gn 30.11; 42.25; 43.23-25 e 44.1). José não permanecia na defensiva nem simplesmente ficava neutro. José assumia a ofensiva. Criativamente, vislumbrava maneiras de ministrar aqueles que o ofendiam. O perdão, às vezes, vem vagarosamente e de forma difícil. Contudo o perdão verdadeiro vem do agradecimento a Deus pelas lições aprendidas durante a dor e procura o beneficio do ofensor.
7. José perdoara contínua e decisivamente. Eis porque José permanecia notavelmente livre de qualquer traço de amargura.
Pr. João Arantes Costa

terça-feira, 7 de julho de 2009

Sequoias


“ Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. Fl 4.13


Sem dúvida, o grande destaque para esta espécie se deve ao seu porte. Uma sequóia pode viver por milênios, e ao final deste tempo ultrapassar os 100 metros de altura. Alguns indivíduos nos Estados Unidos possuem troncos de cor avermelhada, tão robustos que pôde-se escavar túneis para a passagem de carros em suas bases. Outra característica da espécie, além do porte, é o tamanho relativamente curto de seus ramos laterais, concentrados na região apical da árvore, e as folhas estreitas distribuídas disticamente no ápice dos ramos. A árvore sequóia, é originária da Califórnia, lá possuem árvores de até 4.000 anos.
Como são árvores muito altas, frequentemente são alvos dos raios, provocando incêndios que curiosamente são responsáveis pelo processo de renovação. O calor do fogo faz com que as suas pinhas se abram e as sementes sejam dispersas.
O interessante é que mesmo sendo as árvores mais resistentes, não existe árvores novas. Os cientistas atribuem este fato a incapacidade das sementes fixarem as suas raízes na terra batida. O grande número de visitantes nos parques torna o terreno ao redor das árvores terra sólida. Lembra da parábola do semeador? Semente que cai em solo rochoso? Mt 13.3-9
As sequoias são as únicas árvores que conseguem resistir o calor intenso do fogo, pois a sua casca chega a espessura de 60cm. Lembra de Efésios 6.16 – Escuda da fé?
Pois bem, as sequoias são exemplos de longevidade de vida. São árvores enormes, não tem medo de se expor, aguentam firmes nos momentos de provações, soportam bem as adversidades do dia a dia. As sequoias sabem viver bem em qualquer situação.
“E o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo a sua gloriosa riqueza em Cristo Jesus”. Fl. 4.19

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Sobre ovelhas e Lobos



Você não pensaria que ovelhas são obstinadas. De todos os animais de Deus, a ovelha é a menos capaz de cuidar de si própria. Ovelhas são tolas! Você já conheceu um treinador de ovelhas?
Já viu ovelhas fazerem truques? Conhece alguém que ensinou sua ovelha a dar cambalhotas? Já assistiu a um show de circo apresentando "Mazadon e sua ovelha saltadora"? Não. Ovelhas são simplesmente tolas demais.
E indefesas. Elas não possuem presas ou garras. Elas não podem mordê-lo nem correr mais que você. É por isto que você nunca vê ovelhas como mascotes de time. Já ouvi falar do St. Louis Rams (Aries de St. Louis), do Chicago Bulls (Touros de Chicago), e Seattle Seahawks (Falcões Marinhos de Seattle), porém Ovelhas de Nova York? Quem quer ser uma ovelha? Você não poderia nem mesmo inventar um grito decente para as líderes de torcida.
Além do mais, as ovelhas são sujas. Um gato pode limpar-se. Um cachorro também. Vemos pássaros no banho e ursos no rio. Mas ovelhas? Elas se sujam e ficam assim mesmo. ( Max Lucado – Aliviando a Bagagem)
Algumas ovelhas preferem escolher pastagens de qualidade inferior. Isto é uma das coisas que mais apavoram o pastor. As ovelhas, por dificuldade de faro, são susceptíveis a ingerir tudo o que encontram pela frente, não distinguindo as ervas daninhas, que podem lhes fazer mal ou mesmo levá-las a morte. Se no pasto existirem flores ou sementes coloridas, mas venenosas, que atraiam sua atenção, as ovelhas comerão sem saber que estão se envenenando. Elas têm hábitos repetitivos, pastam nos mesmos lugares até que destruam todo o pasto. A ovelha teimosa pastará sempre nos mesmos trilhos. O seu fim será o emagrecimento, doenças e sofrimento.
O pior de tudo é que as ovelhas são muito medrosas, assustam-se facilmente e ao mínimo sinal de perigo ou problema elas acabam pulando nos precipícios.
Com os lobos as coisas são bem diferentes. Eles são obstinados, quando caçam, são os melhores. Perseguem a sua presa por muitos dias. Eles trabalham em equipe, todos sabem bem o papel que exercem no grupo.
Os lobos são seguros, confiantes. Suas presas, seu olhar a sua capacidade de ouvir e sentir, lhes garante esta segurança. E pior de tudo, os lobos são cruéis.
O Apóstolo Paulo, referindo-se a um tempo posterior a sua partida para a eternidade, adiantou que lobos ferozes surgiriam e não poupariam o rebanho de Deus. Sobre isso Paulo advertiu: “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus, que Ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho” (At 20.28,29).
Pode até parecer que ser lobo é melhor, mas não se esqueça, somente as ovelhas serão pastoriadas.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

SOBRE PASTORES E LOBOS



Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam e gostam de ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. No entanto, não é difícil distinguir entre um e outro.
Veja:
Pastores buscam o bem das ovelhas, lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores vivem à sombra da cruz, lobos vivem à sombra de holofotes.
Pastores têm fraquezas, lobos são poderosos.
Pastores são ensináveis, lobos são donos da verdade.
Pastores têm amigos, lobos têm admiradores.
Pastores vivem de salários, lobos enriquecem.
Pastores vivem para suas ovelhas, lobos se abastecem das ovelhas.
Pastores apontam para Cristo, lobos apontam para si mesmos e para a igreja deles.
Pastores são pessoas humanas reais, lobos são personagens religiosos caricatos.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas, lobos perpetuam a infantilização das ovelhas.
Pastores são simples e comuns, lobos são vaidosos e especiais.
Pastores se deixam conhecer, lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores alimentam as ovelhas, lobos se alimentam das ovelhas.
Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas, lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso.
Pastores vivem uma fé encarnada, lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores se comprometem com o projeto do Reino, lobos têm projetos pessoais.
Pastores são transparentes, lobos têm agendas secretas.
Pastores dirigem igrejas-comunidades, lobos dirigem igrejas-empresas.
Pastores pastoreiam as ovelhas, lobos seduzem as ovelhas.
Pastores buscam a discrição, lobos se autopromovem.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas, lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo, lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles.
Pastores constroem vínculos de amizade, lobos aprisionam em vínculos de dependência.

(autor desconhecido)

Próximo: Sobre Ovelhas e Lobos.

O Homem Ostra



Nos dias de John Wesley, pregadores leigos, com educação limitada, às vezes dirigiam os cultos nas igrejas. Um homem usou Lucas 19:21 como texto: "Tive medo, porque és um homem severo". Não conhecendo a palavra severo, ele achou que o texto falava de um homem ostra (a pronúncia no inglês das duas palavras é idêntica).
Ele explicou como um mergulhador tem que tatear no escuro, em águas geladas, para encontrar ostras. Neste esforço ele corta as mãos nas pontas afiadas das conchas. Depois que consegue uma ostra ele sobe à superfície, segurando-a com "suas mãos rachadas e sangrentas". O pregador acrescentou: "Cristo desceu da glória dos céus… a uma sociedade humana pecadora, a fim de encontrar seres humanos e trazê-los de volta com ele para a glória do céu. Suas mãos rachadas e sangrentas são um sinal do valor que ele colocou no objeto de sua busca".
Naquela noite doze homens receberam a Cristo. Mais tarde alguém foi a John Wesley para queixar-se dos pregadores iletrados que eram demasiado ignorantes, até mesmo para saber o significado dos textos sobre os quais estavam pregando. O tão bem formado Wesley simplesmente disse: "Não se preocupe. O Senhor conseguiu doze ostras hoje à noite".
O nosso melhor nem sempre se iguala aos padrões dos outros. Mas Deus usa nossas imperfeições e esforços humildes e usa-os para a sua glória.

FONTE:
Cindy Hess Kasper

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Por Um Fio



Quando você olha esta foto, o que vem em sua mente?
Talvez você pense logo em algo que está se perdendo, está por um fio, prestes a acabar.
O que eu vejo são todas as possibilidades que foram desperdiçadas antes de chegar a este ponto. Nós não chegamos ao último fio do dia para a noite. Antes de chegar ao último, centenas de fios se romperam, centenas de possibilidades de consertos foram negligenciadas, ou seja, é possível evitar este estágio – “único fio”.
Quando alguém diz: “está por um fio”. Esta pessoa está dizendo que estamos mais perto do fim. Esta pessoa está dizendo que já não acredita muito em mudanças. Esta pessoa só está esperando acabar.
A minha inquietação é: Por que esperamos chegar a este ponto? Por que não prevenimos antes?
Para algumas pessoas ... :


• O tempo vai arrumar as coisas – “Nada melhor do que o tempo”.
• Não é verdade o que você está falando – “Negação”
• Bobagem! - “ Menosprezo”.
Antes de Deus falar em meu coração a respeito das possibilidades, eu também olhei e vi o fim. Vi algo que estava acabado, não tem jeito. Mas gostaria de desafiar você a não permitir que a sua vida chegue a este ponto sobre quaisquer aspectos. Que você possa perceber os outros fios, antes do último, e não deixar que eles se rompam. Saiba de uma coisa, antes do último, vieram outros.


Meus amados, precisamos tomar cuidado quando o primeiro fio se rompe. Creia, será mais fácil.
Pr. Miguel Angelo

quarta-feira, 10 de junho de 2009

“Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.”





A oração é um caminho de duas mãos, pena que poucas pessoas usufruem disso. Não é difícil perceber esta prática na vida devocional dos crentes. Creio que até possa existir pessoas que nem sabem que oração também é ouvir a Deus e não só falar com Ele.

A nossa ansiedade em falar das nossas necessidades e problemas. O desejo de ver as coisas resolvidas o mais rápido possível e muitas vezes, o cansaço físico tem deixado esta parte da nossa oração para segundo plano e perdemos o privilégio de ouvir a Deus.

Ouvir a Deus é fundamental para o êxito de nossa jornada. É nesse momento que Deus responde as nossas orações, dirige os nossos passos, corrige o nosso rumo, acalma o nosso coração. Ouvir a Deus é eliminar a possibilidade do erro.

Qual foi a recomendação que Jesus deu aos seus discípulos a respeito da oração?

"Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a
porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê
em secreto, te recompensará" Mt 6.6

Conta-se que um homem estava de pé em uma cabine telefônica
mas não conseguia entender o que seu amigo, com quem tentava
conversar, dizia. Falava ele: "Eu não consigo ouvir o que
você diz. Não estou entendendo nada." Finalmente, já com o
amigo gritando do outro lado da linha, ele pôde entender:
"Se você fechar a porta poderá me escutar."

Para ouvir a Deus precisamos de silêncio, entrega e tempo. Silêncio, porque os ruídos podem impedir de ouvir a Deus. Entrega, porque temos que estar livres de qualquer preconceito. Tempo, porque o que damos a Deus é o resto. O resto do dia, das nossas forças e etc, etc...

Quando estiver em oração, fecha a porta para as coisas deste mundo e abra para as coisas de Deus. Ele sempre tem algo a dizer para você.



Pr. Miguel Angelo

Generosidade Irrestrita - Um coração manso dita o ritmo da alternativa



MARCOS 12:43-44
Chamando a si os seus discípulos, Jesus declarou: “Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou na caixa de ofertas mais do que todos os outros.
Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”.


A generosidade é algo difícil para mim. E assim é para a maioria das pessoas. Creio que isso explique porque Jesus colocou tanta ênfase em como nós utilizamos nossas posses materiais. Elas dividem as pessoas entre aquelas que querem deixá-las e seguir a Deus e aquelas que insistem em ter o controle de tudo.

Quando vivi no Quênia, muitas pessoas nas redondezas viviam na mais genuína fome e pobreza. Não obstante, muitos vigaristas e trambiqueiros se aproveitavam do peso na consciência de compassivos ocidentais. Eles se concentravam nos turistas, mas algumas vezes até eu era enganado. Esses embusteiros me chocavam muito. Eu odiava descobrir que havia sido enganado. Contudo, das duas uma: ou parava de ajudar, ou aceitava correr o risco de ser ludibriado sempre que fosse dar algo. Ao final, cheguei a essa máxima: “Prefiro ser enganado cem vezes, que ter um coração de pedra”.

Acho que Jesus diria exatamente a mesma coisa. Afinal, aquela viúva entregou seus últimos dois dólares ao tesouro do templo, para ser gasto pelo sumo-sacerdote e sua burocracia. Todos nós poderíamos sugerir melhores formas de caridade!

No entanto, quando Jesus avaliou o que ela havia feito, ele não estava pensando na burocracia do templo. Ele pensou no coração daquela mulher. Sua generosidade irrestrita era muito mais importante do que o uso eficiente dos dois dólares.


Minha Resposta: Que atitudes eu devo ter para evitar que meu coração se torne de pedra?

Reflexão: Deus dividiu nossas mãos em dedos para que o dinheiro pudesse escorregar entre eles.

Meu coração foi estranhamente aquecido




Há uma pequena rua em Londres, próxima a catedral de São Paulo, com uma grande cúpula, que teve um estranho destino. Seu nome é Aldersgate. A palavra Aldersgate passou para a memória e linguagem da igreja, e também para a história, identificada com a experiência religiosa que estabeleceu a direção e deu o poder a Wesley e ao movimento metodista. O Historiador H. Lencky denomina o dia da experiência de Wesley “uma época na história da Inglaterra”.
Pode-se dizer , na língua de Shakespeare, que algumas ruas alcançam celebridade, enquanto outras têm celebridades impostas sobre elas mesmas. A rua Aldersgate tinha celebridade “imposta sobre ela”. É um dentre os poucos lugares que encontraram um lugar especial na história, como palco de uma experiência espiritual que teve efeito sobre o mundo todo.
Era 24 de maio de 1738 – um importante dia na história do cristianismo – embora ninguém o soubesse ainda nesse tempo. João Wesley, há pouco chegado da Geórgia, na América, onde havia tido uma experiência desapontadora, estava a caminho de uma pequena reunião de oração, em estado de tensão. Sua vida tinha sido de tremendo fervor mas ele não tinha encontrado a paz e segurança para a sua fé. As palavras com que descreve esta experiência tornaram-se clássicas na história cristã. Assim foram elas registradas no seu Diário, nesse dia: “À tarde, fui sem grande vontade a uma sociedade na Rua Aldersgate, onde alguém lia o prefácio de Lutero à Epístola aos Romanos. Cerca de um quarto para as nove, enquanto ele descrevia a mudança que Deus realiza no coração pela fé em Cristo, senti meu coração estranhamente aquecido. Senti que confiava em Cristo, somente em Cristo, para a salvação; e uma segurança foi-me dada, de que ele havia perdoado meus pecados, os meus pecados, e salvou-me da lei do pecado e da morte”.
Aqui estão algumas palavras de Lutero, que foram ouvidas naquele reunião:
“A fé é uma energia no coração, tão eficaz, viva e inspiradora, que é incapaz de permanecer inativa. A fé é uma constante confiança na misericórdia de Deus para conosco, pela qual nos lançamos inteiramente em Cristo e nos entregamos inteiramente a Ele”.
Aquela experiência deu a Wesley três grandes coisas que ele nunca perdeu: Clima, direção e Momentum espirituais. Ele acreditava que uma atitude pessoal – a fé –era suficiente para a salvação, e que se pode aceitar a salvação como um ato consumado. Aquela convicção foi o ponto central da ênfase Metodista.
Extraído:
Linha de esplendor sem fim

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Ponto Final



“Levantou Jacó os olhos, e olhou, e viu que vinha Esaú... Então Esaú correu-lhe ao encontro, abraçou-o, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou. E eles choraram”. Gn 33.1;4
O ponto é um sinal que serve para indicar o final de uma frase. Marca uma pausa absoluta. O ponto final em uma frase é usado para encerrer uma idéia. Usa-se indicando que o sentido está completo.
Eu creio que assim como na gramática, precisamos colocar um ponto final em algumas histórias de nossas vidas. Precisamos encerrar um período para dar oportunidade que um novo se inicie.
A história de Jacó exemplifica bem esta idéia. Jacó rouba a benção de seu irmão e foge de sua presença e continua fugindo por 20 anos. São anos de tormento, de medo, de insegurança, “e o sono me fugia dos olhos”Gn 31.40. Em todo lugar Jacó ficava olhando para traz por que seu irmão, Esaú, prometerá matá-lo.Eu não queria estar na pele de Jacó.
No capítulo 31 de Gêneses verso 03 o Senhor disse para Jacó voltar a sua parentela e o Senhor seria com ele. Deus quer por um ponto final em uma história mal resolvida. Deus não tem prazer de nos ver sofrer por algo que não ficou resolvido no passado. E o mais importante, Ele estará conosco – Aleluia!!!
Por acaso existe em sua vida alguma história mal resolvida? Sentimentos que ainda te persegue? Uma conversa que você não teve? Uma chance de explicar?
Preste atenção! Não partiu de Jacó esta decisão, foi de Deus. O Senhor vai ajudar você. Ele vai criar uma oportunidade para você colocar um ponto final nesta história. Não perca a chance!
Meu querido irmão(a), você percebeu como terminou esta história? Jacó e Esaú se abraçaram e choraram. Choraram o tempo perdido, as noites em claro, os problemas de saúde e tudo o que o tempo os roubou.
Quando colocamos um ponto final em uma história, damos início a um novo período em nossas vidas.
Você tem alguma história para colocar um ponto final?
Com Carinho
Pr. Miguel Angelo

quarta-feira, 13 de maio de 2009

TEMPOS NOVOS, NOVAS ATITUDES




I Cor 13.11
“Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino, raciocinava como menino. Mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”.

Novos tempos exigem novas atitudes. Você não pode ser uma criança para sempre. Afirmo que quando desfrutamos de novos tempos com atitudes erradas, colocamos em risco toda a novidade que estes novos tempos nos proporcionam.
No livro de Êxodo 12.37, o povo estava saindo do Egito depois de 430 anos de escravidão, um novo tempo, tempo de liberdade, tempo de comunhão, tempo de festa. Mas bastou Moisés demorar no monte – Ex 32 - para o povo voltar as práticas antigas.
Será que a sua fé passa pela prova do tempo?
Quantas oportunidades perdemos em não decidimos mudar as nossas atitudes. Quantas vezes Deus lhe concedeu uma chance e você errou no mesmo lugar. Pais que erram com seus filhos, filhos que erram com seus pais, marido que erra com sua esposa e vice versa, profissionais que erram com seus patrões, patrões que erram com seus funcionários e esta lista cresce...
O apóstolo Paulo passou de perseguidor para perseguido, ele mudou as suas atitudes.
Não perca a oportunidade que Deus está lhe dando. Tempos novos, novas atitudes.
Pr. Miguel

Tempo

quarta-feira, 6 de maio de 2009

SUPERAÇÃO





"Uma pessoa tem entusiasmo por 30 minutos, outra por 30 dias, mas é a pessoa que tem entusiasmo por 30 anos que faz da sua vida um sucesso." Edward B. Butler
Superar - 1 Subjugar, sujeitar, vencer: Superar o adversário. 2 Ficar superior a, levar vantagem a, sobrelevar 3 Exceder, sobrepujar: Superar o objetivo. 4 Fazer desaparecer; cortar, desfazer, destruir: Superar as dificuldades, os obstáculos. 5 Passar além; sobrelevar-se a (falando de alturas); galgar: O vôo da águia supera os Andes.
Podemos passar inúmeras dificuldades, e ter de batalhar muito para alcançar certos objetivos . Podemos assistir a injustiça bater à nossa porta e perceber, infelizmente, que em algumas ocasiões não há absolutamente nada a fazer.
Podemos chorar com o coração partido a perda da pessoa amada ou de um ente querido. Podemos, por tanta coisa negativa que aconteça, julgarmos que tudo sempre vai dar errado conosco e maldizermos nossa sorte. Depois de tudo isto até podemos deixar passar pela cabeça a estúpida idéia de fazer uma grande besteira consigo mesmo.
Nós não nascemos andando, não nascemos falando, nem pensando tanta bobagem - e o que não podemos em hipótese alguma é perdermos o ânimo, o espírito, e nossa capacidade de amar, de se superar, de viver e a fé.
Superação é a não valorização das mazelas, dores, aflições. Superação é a não aceitação de algo ruim como definitivo. Superação é a capacidade de encontrar ânimo no meio do caos.
Jesus disse: “No mundo passareis por aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”.João 16.33
Por quanto tempo você manterá o entusiasmo? 30 minutos, 30 dias ou 30 anos?
Pr. Miguel Angelo

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Deus cuida de mim...



“Deus cuida de mim, nas sombras das suas asas...”

Esta frase faz parte de uma música do compositor Kleber Lucas. A primeira vez que escutei esta música, eu estava em uma igreja, cheio de dúvidas e carente. Mas quando o ministério de dança estava ministrando, eu me vi ali, como filho de Deus, sendo protegido e guardado por Ele.
Disse Jesus: “ Não temais; mais valeis vós do que muitos pardais” Mt 10.31
- Diga: “Deus cuida de mim”.
- Mais uma vez, “Deus cuida de mim”. Que bom saber e experimentar o cuidado de Deus sobre as nossas vidas. O cuidado de Deus é muito mais do que suprir as nossas necessidades, é mais que guardar a nossa casa, nossos filhos e tudo que temos.
A palavra de Deus diz: “ Tu és o meu refúgio no dia da calamidade” Jr 17.17. Saber que Deus é conosco quando tudo está bem, é fácil, mas colocar em prática quando há calamidades, sofrimentos e tristeza, é um grande desafio.
O desafio é lançar-se aos braços do Senhor e confiar nEle. É acreditar que cumprirá a sua palavra e será contigo no dia da calamidade. É saber que ele te toma pela mão e te guia até as águas de descanso.
Deixe a mão do Senhor envolver a sua vida. Fique ali, bem quietinho esperando a tempestade passar e verás que aquele que cuida de você é o mesmo que tem o universo em suas mãos.
Guarda-me como à menina do olho. Esconde-me à sombra de tuas asas. Sl 17.8

Pr. Miguel Angelo

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Uma Única Faísca




Princípios modernos de negócio podem ser úteis, porém, a Palavra de Deus é mais alta. Evangelismo não pode ser substituído por estatísticas. A igreja é negócio de Deus. Ele é o cabeça e quer que ela funcione do Seu jeito, uma vez que nos deu instruções suficientes.

Um livro recente sobre o Crescimento da Igreja usado em uma escola profissionalizante mostrou a estatística das expectativas da igreja. Foi considerado o número de pessoas ao redor da igreja, ou na cidade, e deu o tipo de resposta que havia. Foram estabelecidos alvos, adaptando a mensagem para diferentes classes de pessoas. Essa era uma boa tática usada em propaganda. O Sucesso era baseado na experiência do negócio e pesquisa de mercado. Gastar muito dinheiro e alcançar muitas pessoas, no entanto, a fé não se encaixa nesta perspectiva.

O Evangelho não é uma mercadoria para ser vendida como comida enlatada ou
detergente. Ele é uma dinamite, explosivo, ‘lançando fogo na terra’. Uma única faísca pode começar um fogo na pradaria. Os efeitos disso são incalculáveis. Simplesmente pregue. “Meus pensamentos não são os vossos pensamentos”. Deus não tem alvos, limites e nem meios termos.


O efeito do nosso trabalho não pode ser calculado em números, nem mesmo por experiências anteriores. De acordo com a experiência anterior na África, logo que fui mandado para uma base da missão, a norma geralmente era ganhar uma alma por ano ou, quem sabe, por mês; além do mais, eu viajava metade do dia para pregar em uma reunião com cinco pessoas. Mas algo continuou retumbando em minha mente “Toda a África! A África inteira pode ser salva. A África manchada de sangue poderia ser uma África lavada pelo Sangue de Jesus.” Estamos na metade desta década e, somente em nossas campanhas, 40 milhões de pessoas preencheram um cartão com seus dados confirmando a decisão que fizeram por Cristo.

Por meio de cálculos sobre o Crescimento da Igreja e fatores científicos vimos que os primeiros discípulos não tiveram a chance de serem flocos de neve na fumaça. Eles eram cordeiros no meio de lobos, no entanto, Cristo os investiu com um novo potencial, o qual deve ser reconhecido e levado em consideração nos dias de hoje. Este é o ponto principal, incalculável, com resultados que vão além de expectativas naturais e estatísticas normais. Eu recomendo como a nova força vencedora; a única que foi ou é capaz de mudar o mundo: o Espírito Santo!


Cristo é o Salvador de todos os homens, especialmente para aqueles que crêem. Jesus disse, “Eu vim para que O MUNDO seja salvo”. Essa é a mente de Deus e deveria ser a nossa, pois é o Seu mandato. Deus jamais poderá ser ultrapassado e ninguém é capaz de ter pensamentos maiores do que Ele. Entretanto, o que Ele pensa, Ele mesmo torna possível. Ele veio para salvar o mundo e este pode ser salvo. A América, Europa e os cinco Continentes podem ser lavados pelo precioso Sangue de Jesus. Deus é o Deus de toda a Terra. Que todas as nações jubilem. O nosso único alvo é que “Todo joelho se dobre”. Nosso poder é o Espírito Santo e nossa espada é a Palavra de Deus: “Pede-me e te darei os gentios por sua herança.”. Esta é a promessa para Seu Filho, como também a nós, pois somos Seus herdeiros.

Reinhard Bonnke

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Sucesso dos Pequenos Grupos



A mera implantação do programa não garante o êxito, que somente é conseguido através de compromisso missionário das pessoas, liderança competente, visão e fé.
Os resultados alcançados até aqui indicam que os pequenos grupos estão se consolidando como uma importante contribuição para o cumprimento da missão e preparo da igreja para seus últimos dias na Terra, e seus dias de glória no Céu. Aliado aos expressivos resultados, um otimismo tem tomado conta das igrejas que vivem a experiência, tornando sua recomendação altamente necessária e convincente; principalmente considerando-se as mudanças sociais por que o mundo está passando.
Por outro lado, algumas perguntas importantes estão surgindo e necessitam de respostas sinceras: Trarão os pequenos grupos mudanças significativas e definitivas para a igreja? Teremos, enfim, a igreja dos sonhos? Resistirão os pequenos grupos à fase de empolgação inicial e realmente serão consolidados como um método revolucionário de conquista de conversos? Contribuirão eles para o reavivamento e fortalecimento da igreja nos últimos dias? Tornar-se-ão um estilo de vida eclesiástica?
O sucesso dos pequenos grupos depende de dois fatores básicos. O primeiro está diretamente relacionado ao seu gerenciamento; e esse depende da visão, da paixão e da disponibilidade das pessoas que lideram a igreja local. A mera implantação dos pequenos grupos não garante o sucesso. Não é como um programa de computador que dá as mesmas respostas em qualquer aparelho compatível. Os pequenos grupos dependem de pessoas, de liderança, de visão e de fé. Isso não seria uma deficiência, mas a condição de sua qualidade.
Os pequenos grupos têm sido implantados em centenas de igrejas e o resultado é diferente, porque as igrejas são diferentes. As diferenças não são mera questão de circunstância, mas aparecem por duas razões: 1) As igrejas têm características diferentes que precisam ser respeitadas. 2) Os princípios de implantação e funcionamento de pequenos grupos precisam ser seguidos. Não podemos confundir princípios com conceitos ou estratégias. O princípio é universal e não muda; aplica-se aos pequenos grupos de qualquer região ou país. Os conceitos são idéias gerais e parciais que podem ser alteradas. E as estratégias são formas de atividades de aplicação local e específica. Os pequenos grupos se movimentam através de princípios que, de acordo com os conceitos aplicados, utilizam-se de determinadas estratégias.
A verificação se os princípios, conceitos e estratégias estão sendo bem aplicados é feita através dos resultados. Embora não possamos esperar precisão matemática, podemos esperar uma considerável diferença, por melhor, nas igrejas que vivem em pequenos grupos. Se eles foram implantados e nenhuma mudança ocorreu, a vida e os indicadores da igreja permanecem inalterados, então alguma coisa precisa ser revista, antes de responsabilizar ou comprometer a credibilidade do projeto. Não podemos dizer que o modelo dos pequenos grupos não funciona porque em algum lugar não deu certo. Caso eles não tenham se desenvolvido como deveriam, ou os resultados tenham sido aquém do esperado, certamente houve falhas, mas não significa que não servem para determinada igreja por serem incompatíveis com suas características. Quando isso ameaça acontecer, faz-se necessário rever o processo. Verificar se os princípios foram seguidos, se os conceitos estão ajustados, se a estratégia utilizada foi adequada, se os passos de implantação foram corretamente seguidos, se houve assistência eficaz, se as condições foram preenchidas com competência, amor e fé.
Os pequenos grupos se desenvolvem como processo e se estabelecem como um sistema. Sua evolução passa por um reavivamento espiritual que promove o envolvimento dos membros nas práticas evangelísticas, o que resulta em batismos e redução da apostasia. Passa pelo surgimento de uma consciência coletiva quanto à sua importância para a vida dos membros, da família e da igreja. Quando isso acontece, podemos dizer que a implantação do projeto foi um sucesso. A igreja não apenas tem pequenos grupos, ela está em pequenos grupos, vive em pequenos grupos. Então podemos dizer que pequenos grupos são um estilo de vida.
Embora muitas igrejas estejam operando em pequenos grupos, é necessário considerar as diferenças nos resultados numéricos e qualitativos. Na maioria delas, os membros estão felizes e satisfeitos. Mas há igrejas que não tiveram alterados seus indicativos tais como batismos, apostasia, reavivamento, dízimos e ofertas. O que teria ocasionado essa diferença de resposta? Por que algumas igrejas com pequenos grupos não “decolaram”? Por que outras abortaram o processo? Espera-se que uma idéia divina sempre dê certo e atinja objetivos extraordinários.
O aspecto espiritual inclui uma vida de oração e de consagração dos seus líderes. A conseqüência é uma igreja reavivada. Desenvolvimento espiritual e crescimento numérico devem caminhar juntos nos pequenos grupos. Nem uma só coisa, nem só outra; mas ambas, e ao mesmo tempo. Os pequenos grupos não podem ser transformados em um braço mecânico do trabalho missionário, sob pena de causar grande frustração. Igrejas que os implantam com a única finalidade de ampliar o número de batismos podem acabar se perdendo no processo.
Um pragmatismo urgente poderia sugerir que os pequenos grupos não perdessem tempo buscando reavivamento; que deveriam ser formados para atuar imediata, direta e exclusivamente no evangelismo. Entretanto, não podemos desconsiderar o fato de que, não é possível haver reavivamento sem a conseqüente transformação de vidas. E não há transformação de vidas sem que nasça, concomitantemente, o fervor missionário. Está demonstrado historicamente que sempre que ocorreu algum reavivamento, em qualquer época e lugar, houve paralelamente grandes resultados evangelísticos.
Para o cumprimento da ordem evangélica: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”, Jesus garantiu a provisão de poder (Mar. 16:15; Atos 1:8). Os discípulos entenderam que a condição para pregar o evangelho era o cumprimento dessa promessa de Cristo. Voltaram para Jerusalém e, unidos, buscaram ardentemente o poder prometido (Atos 1:12-14). Tiraram do meio deles toda diferença e discórdia, estavam do mesmo parecer, então ocorreu o inevitável: Deus derramou sobre eles o poder do Espírito Santo (Atos 2:1-4). Foi mais do que uma emoção comovente; foi a habilitação definitiva para a pregação do evangelho. Logo após receberem a unção do Espírito, saíram para pregar. E não surpreende que “quase três mil pessoas” se converteram em um só sermão (Atos 2:37-41).
É o poder do Espírito Santo que nos dá a garantia de êxito na pregação do evangelho. Cristo nos desafia e promete: “pedi, e dar-se-vos-á” (Lucas 11:9). Os recursos, as técnicas, bons métodos podem nos auxiliar, mas o que fará mesmo a diferença é o poder do Espírito Santo na vida do crente, do pequeno grupo e da igreja. Se a igreja dos nossos sonhos é parecida com a igreja apostólica, então devemos procurar imitá-la. Devemos orar como os primeiros cristãos oraram, buscar o poder como eles buscaram e trabalhar como eles trabalharam. Se assim fizermos, certamente, logo receberemos o mesmo poder que eles receberam e concluiremos a obra que eles iniciaram. Temos um modelo na Bíblia, temos orientações inspiradas, sabemos como fazer. Cabe-nos tomar a decisão de ser. Ser a igreja dos nossos sonhos é ser como era a igreja apostólica.
Revista Ministério - Novembro/Dezembro 2003

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Holandês constrói réplica da Arca de Noé



Um homem holandês chamado Johan Huibers decidiu criar uma réplica da arca de Noé nas medidas descritas no livro de Gênesis da Bíblia Sagrada. Essa réplica foi inaugurada em Schagen, Holanda.

Segue abaixo a galeria de fotos da réplica da Arca de Noé:



A grande porta central do lado da Arca de Noé foi aberta para a primeiro grupo de curiosos de gente da cidade apreciar a maravilha. Claro, é apenas uma réplica da arca bíblica, construída pelo criacionista holandês Johan Huibers como um testemunho da sua fé na verdade literal da Bíblia.



A Arca tem 150 côvados de comprimento, 30 côvados de altura e 20 côvados largura. Ou seja, dois terços do comprimento de um campo de futebol e tão alta como três casas. Modelos de tamanho natural de girafas, elefantes, leões, crocodilos, zebras, bisões e outros animais saudam os visitantes à medida em que eles vão chegando.

Empreiteiro de profissão, Huibers construiu a arca de cedro e pinho. Os estudiosos da bíblia discutem sobre qual, exatamente, foi a madeira utilizada por Noé..

Huibers fez a maior parte do trabalho com sua próprias mãos, utilizando ferramentas modernas e com a ajuda ocasional de seu filho, Roy. A construção começou em maio de 2005. No pavimento superior ainda não coberto, não terminado a tempo para a abertura - haverá um mini-zôo, com cordeirinhos, galinhas, caprinos e um camelo.



Os visitantes no primeiro dia ficaram impressionados. «Isto é uma redescoberta do passado”, afirmou Mary Louise Starosciak, que, de férias, passeava de bicicleta com o marido, quando viram a Arca surgindo imensa sobre a paisagem local.



“Eu conhecia a história de Noé, mas eu não tinha idéia de que o barco teria sido tão grande. Há espaço suficiente na quilha para umas 50 cadeiras num cinema onde as crianças podem assistir a um vídeo que conta a história de Noé e sua arca”. Huibers, um homem cristão, disse que espera que o seu projeto vá renovar o interesse pelo Cristianismo na Holanda, onde a igreja encolheu dramaticamente nos últimos 50 anos.
Fonte: - blogdaana.wordpress.com/2009/04/

sexta-feira, 24 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Recuperando Valores




Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma dracma, não acende a candeia, e não varre a casa, buscando com diligência até encontrá-la? Lc 15.8

Está parábola conta a história de uma mulher que possuindo dez dracmas e perdendo uma, a procura até achar. A mulher varreu a casa, arrastou os móveis, procurou em todos os cantos e não se deu por vencida enquanto não encontrou.
Poderíamos dizer que está mulher estava recuperando um valor perdido. Mesmo sabendo que tinha nove dracmas, foi atrás desta única. Você já percebeu que quando ela achou a dracma perdida, ela deu uma festa? Chamou a suas amigas para se alegrar com ela.
Posso afirmar que já perdi muitas coisas de valor em minha vida. Hoje sei que eram valiosas, pois as faltas que me fazem, só agora consigo perceber. Para muitas coisas achamos que há substituto, mas na verdade não há.
As lições que aprendo com está parábola:
1- Os valores são perdidos em casa.
As famílias não são mais as mesmas, os valores familiares mudaram. Antes filhos obedeciam os pais, agora filhos mandam em seus pais, agridem seus pais. Houve um tempo que pais eram exemplos para seus filhos, agora nem exemplo são mais.
2- Procure até achar.
O que você faria se tivesse dez e perdesse uma? Hoje vivemos na era do descartável. Não deu certo, troca. Quebrou, compra outro. Não nos damos o luxo de persistir , perseverar por alguma coisa, lutar até ver acontecer. Chamo isso de “geração do R$ 1,99”.
Há coisas em nossa vida que só viram depois de muito esforço. Muita procura. Quando você vê um atleta vencendo uma competição, recebendo a medalha de ouro, tenha certeza que esta glória não veio com preguiça, mas com muita dedicação, determinação e abdicação.
3- Alegria
Sabe o que mais tem faltado em nossa vida? ALEGRIA!!!!
Perdemos a capacidade de festejar as pequenas coisas. Só damos importância as coisas “Grandes”. As coisas que estão envolta da palavra “SUCESSO”. Não celebramos mais o simples, tem que ser mega, hiper, blaster...
Quanto vale uma dracma? Valor de uma esmola, talvez uma gorjeta. Era isso que valia, mas esta mulher se alegrou. Digno de chamar as amigas para se alegrar com ela.
4- Acenda a Luz
Acender a luz é sempre a primeira providência de quem quer encontrar algo que foi perdido. Ninguém, em sã consciência, desejando encontrar algo que foi perdido, o faz no escuro. Há necessidade de acender a luz. Precisamos da presença de Jesus para iluminar o ambiente da nossa casa onde perdemos a nossa dracma. Sem essa luz é impossível encontrar o que estamos procurando. Há casas em que esta luz está apagada há muito! No decorrer dos anos, essa luz foi se apagando, foi se tornando opaca, foi perdendo o brilho, até se apagar de vez; porque Jesus não tem sido colocado em destaque. A luz precisa ser colocada em um lugar alto, no velador, para iluminar todo o ambiente. É possível que Jesus tenha sido colocado em um lugar de pouco destaque em nossa casa, por essa razão não tem iluminado todo o ambiente. Assim se torna impossível encontrar a dracma que perdemos. Acendamos a luz da nossa casa para que tudo esteja às claras e possamos encontrar as coisas que foram se perdendo no decorrer dos anos, tais como: A fé, a esperança, o amor, a alegria da vida, o prazer em viver, a alegria em celebrar a Deus.
É extremamente necessário acender a luz para encontrarmos a dracma que perdemos.
Em João 8:12 está escrito: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida."

Pr. Miguel Angelo

Charge

DESTINO



“Imediatamente após, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado...”Mt 14.22



Quero abordar este tema, não no aspecto místico, passivo- “sorte ou azar”, mas no aspecto ativo, como direção, ponto de partida e chegada, busca e enfrentamento.

Jesus colocaria de modo deliberado os seus discípulos em uma tempestade? De acordo com o texto, sim. Jesus insistiu com os seus discípulos. Jesus examinou e determinou que fossem. Jesus sabia que uma tempestade estava se formando? De acordo com a onisciência de Deus, sim. Então, por que Ele deixou que isso acontecesse?

Creio que Jesus estava ensinando os seus discípulos a confiar no destino que ele mesmo determinou – “ para o outro lado “. Uma coisa é andarmos nos caminhos que nós determinamos e outra, nos caminhos que Deus determinou para nós.

Então, se andarmos nos caminhos determinados por Deus não vamos ter problemas? Vamos ter problemas. Mas, estaremos sob os cuidados de Jesus.

Jesus não estava no barco mas...

· Viu que os discípulos estavam com dificuldades;

· Viu que havia vento contrário;

· Viu que estavam com sentimento de solidão;

· Viu que estavam com medo.



A história diz que eles chegaram a Cafarnaum, o destino estabelecido por Jesus, mesmo com todos os problemas. Problemas não quer dizer erro, falta com Deus ou pecado. As tempestades alimentam a nossa fé e nos leva a outro nível de relacionamento com Deus.



Mesmo que você hoje não encontre Jesus em seu barco, creia que Ele está olhando você.



Pr. Miguel Angelo

Culto de Páscoa

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Trabalho em Equipe



“Nunca esqueça que a vaidade é inimiga do espírito de equipe.” Bernardinho - Técnico da seleção brasileira de voleibol masculino

“O que une uma equipe é quando um cobre as fraquezas do outro.” Phil Jackson - treinador de basquete da era de ouro do Chigago Bulls de Michael Jordan e atual técnico do Los Angeles Lakers

“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a vitória.” Henry Ford

“Como é bom e agradável que os irmãos vivam em união” Rei Davi

Trabalhar em equipe é o segredo, mas isso não significa que será fácil. Em todas estas esferas, o grande desafio é tornar o seu grupo em uma equipe. Seja onde for, nos esportes, no trabalho, na escola ou na própria igreja.

No mundo das idéias tudo é muito tranqüilo, mas no exercício, as coisas complicam um pouco. E complicam porque todos têm uma visão diferenciada sobre o assunto. Quando pensamos em uma equipe, pensamos como um casamento perfeito, mas não existe casamento perfeito – será que ninguém avisou você?? Na verdade, em nossa cabeça as coisas andam de uma maneira muito correta, sem problemas e contra tempos. Não há espaço para divergências.

Como seria bom se fosse assim. E por que não é? Porque quando entra no real e concreto, aí sim há divergências, contra tempos e problemas. É claro que este problema poderia ser minimizado ou extirpado. Por exemplo:

Na equipe não pode ter espaço para individualismo, personalismo, exclusão, preferências, gostos, orgulho, protecionismo, paternalismo e outros “ismos” por aí afora.

Como o apóstolo Paulo disse a igreja em Éfeso: “... todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda a junta, segundo a justa cooperação de cada parte... 4.16

ü Todo o corpo - Todos são importantes

ü Bem ajustado - Perfeição

ü Consolidado – Sólido, tornar forte.

ü Auxílio – Ajuda, amparo, socorro.

ü Junta – Articulação, União.

ü Justa cooperação - Prestação de auxílio para um fim comum. Nem mais , nem menos.

ü Cada parte – Estratégia

Que tal começarmos orando por isto. Você pode ajudar colocando diante de Deus estes propósitos.

Pr. Miguel Angelo

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Manassés e Efraim



“José ao primogênito chamou de Manassés... Ao segundo chamou-lhe Efraim”. Gn 41. 51a,52a



José era um dos doze filhos de Jacó. Por causa do tratamento diferenciado que o pai dava a ele, despertou ciúmes em seus irmãos. Certo dia seus irmãos tramaram matar José, mas Rúbem intercedeu por ele e quando ia passando uma caravana dos ismaelitas para o Egito, resolveram vender José como escravo.

Já no Egito, foi comprado por Potifar, oficial de faraó, no qual trabalhou em sua casa. Na casa de Potifar foi acusado injustamente de possuir a sua esposa e foi lançado na prisão. Na prisão, José foi bem sucedido mas ficou esquecido por muitos anos. Foi chamado pelo Faraó para revelar um sonho e foi posto como o segundo homem mais importante do Egito. Deus cumpre o sonho que havia revelado a José quando ainda era um adolescente.

José foi o personagem que viveu com intensidade os extremos em sua vida. Era amado e foi odiado, era livre e foi preso, era esquecido e foi exaltado. José reuniu todas as coisas para fazer dele um homem problemático, cheio de traumas, revoltas, justificativas para não crescer.

Porém, José revela o seu interior quando coloca os nomes em seus filhos. O primeiro se chama Manassés, que quer dizer: “Deus me fez superar as dores” – Aleluia!!! José está dizendo que era um homem curado. O seu passado não dirigia o seu futuro. Deus fez ele esquecer da injustiça de seus irmãos, de Potifar, do carcereiro e tantas outras. José não era um “cara problemático”. Ao segundo filho José chamou de Efraim, que quer dizer: “Deus me fez prosperar”. José foi bem sucedido na terra da aflição – Egito – e se tornou o segundo homem mais importante.

Meus amados, creio que todos nós precisamos ter um Manassés em nossa vida - Deus me fez superar as dores. Ninguém pode passar por esta vida sem enfrentar dores e injustiças. Ninguém passa ileso. E precisamos ter um Efraim – prosperar. Quero dizer a você que quando superamos o passado, prosperamos, porque nada mais nos impede.

Manassés e Efraim é o meu desejo para você.





Pr. Miguel Angelo