
“Quem observa o vento, nunca semeará; o que olha para as nuvens, nunca segará” Ec 11.4
Na vida, temos que tomar muitas decisões. Algumas fáceis; algumas difíceis. A maior parte dos erros que cometemos não se devem a decisões erradas, se devem a indecisões. Temos que viver com a conseqüência das nossas decisões. E arriscar. Tudo é arriscar.
Rir, é correr o risco de parecer um tolo.
Chorar, é correr o risco de parecer sentimental.
Abrir-se para alguém, é arriscar envolvimento.
Expor sentimentos, é arriscar expor-se a si mesmo.
Expor suas idéias e sonhos é arriscar-se perde-los.
Amar, é correr o risco de não ser amado.
Viver, é correr o risco de morrer.
Ter esperança, é correr o risco de se decepcionar.
Tentar, é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados, porque o maior fracasso da vida é não arriscar nada. Há pessoas que não arriscam nada, não faz nada, não tem nada e não é nada. Ela pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce e não vive. Presa a sua servidão, ela é uma escrava que teme a liberdade.
O pessimista, queixa-se dos ventos.
O otimista, espera que os ventos mudem.
O realista, ajusta as velas.