
MARCOS 12:43-44
Chamando a si os seus discípulos, Jesus declarou: “Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou na caixa de ofertas mais do que todos os outros.
Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”.
A generosidade é algo difícil para mim. E assim é para a maioria das pessoas. Creio que isso explique porque Jesus colocou tanta ênfase em como nós utilizamos nossas posses materiais. Elas dividem as pessoas entre aquelas que querem deixá-las e seguir a Deus e aquelas que insistem em ter o controle de tudo.
Quando vivi no Quênia, muitas pessoas nas redondezas viviam na mais genuína fome e pobreza. Não obstante, muitos vigaristas e trambiqueiros se aproveitavam do peso na consciência de compassivos ocidentais. Eles se concentravam nos turistas, mas algumas vezes até eu era enganado. Esses embusteiros me chocavam muito. Eu odiava descobrir que havia sido enganado. Contudo, das duas uma: ou parava de ajudar, ou aceitava correr o risco de ser ludibriado sempre que fosse dar algo. Ao final, cheguei a essa máxima: “Prefiro ser enganado cem vezes, que ter um coração de pedra”.
Acho que Jesus diria exatamente a mesma coisa. Afinal, aquela viúva entregou seus últimos dois dólares ao tesouro do templo, para ser gasto pelo sumo-sacerdote e sua burocracia. Todos nós poderíamos sugerir melhores formas de caridade!
No entanto, quando Jesus avaliou o que ela havia feito, ele não estava pensando na burocracia do templo. Ele pensou no coração daquela mulher. Sua generosidade irrestrita era muito mais importante do que o uso eficiente dos dois dólares.
Minha Resposta: Que atitudes eu devo ter para evitar que meu coração se torne de pedra?
Reflexão: Deus dividiu nossas mãos em dedos para que o dinheiro pudesse escorregar entre eles.
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