
A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra (Pv 12.25).
A ansiedade é o mal do século, a doença mais democrática da nossa geração. Atinge crianças e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. No grego, a palavra ansiedade significa "estrangulamento". A ansiedade sufoca e tira o oxigénio. Ela não nos ajuda a resolver os problemas hoje, apenas nos enfraquece para enfrentá-los amanhã. Ansiedade é ocupar-se de um problema que ainda não existe, e 70% dos assuntos que nos deixam ansiosos nunca acontecerão. A ansiedade é inútil, já que, por mais ansiosos que estejamos, não poderemos acrescentar um único dia à nossa vida. A ansiedade é prejudicial porque drena as nossas energias, rouba nossas forças e superdimensiona nossas crises. É sinal evidente de incredulidade, porque só aqueles que não confiam na providência de Deus vivem ansiosos quanto a seu futuro. A ansiedade abate o espírito tio homem, mas a boa palavra o alegra. Devemos alimentar nossa alma com as palavras que emanam da boca de Deus, em vez de abastecer nosso coração com o alarido da ansiedade. Devemos olhar não para o fragor da tempestade, mas para aquele que está no controle da tempestade para nos trazer bonança.
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