terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SE TEU IRMÃO CHEGAR A PECAR

No Evangelho de Mateus 18, 15-20 lemos: «Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: ‘Se teu irmão chegar a pecar, vai e repreendê-o, a sós tu e ele. Se te escutar, terás ganhado um irmão’». Jesus fala de toda culpa; não restringe ao campo apenas do que se comete contra nós. Neste último caso, de fato, é praticamente impossível distinguir se o que nos move é o zelo pela verdade ou nosso amor próprio ferido. Em todo caso, seria mais uma autodefesa que uma correção fraterna. Quando a falta é contra nós, o primeiro dever não é a correção, mas o perdão.

Por que Jesus diz: «repreende-o a sós»? Antes de tudo, por respeito ao bom nome do irmão, à sua dignidade. O pior seria pretender corrigir um homem na presença da sua esposa, ou uma mulher na presença do seu marido; um pai diante de seus filhos, um professor na presença dos seus alunos, um superior diante dos seus subordinados. Isto é, na presença das pessoas cujo respeito e estima para alguém importa mais. O assunto se converte imediatamente em um processo público. Será muito difícil que a pessoa aceite de bom grado a correção.

Ele diz «a sós tu e ele» também para dar à pessoa a possibilidade de defender-se e explicar sua própria ação com toda liberdade. Muitas vezes, com efeito, aquilo que para um observador externo parece uma culpa, na intenção de quem a cometeu não o é. Uma explicação sincera dissipa muitos mal-entendidos. Mas isso deixa de ser possível quando o tema é conhecido por muitos.

Quando por qualquer motivo não é possível corrigir fraternalmente, a sós, na presença da pessoa que errou, há algo que se deve evitar absolutamente: a divulgação, sem necessidade, da culpa do irmão, falar mal dele ou inclusive caluniá-lo, dando por provado aquilo que não o é ou exagerando a culpa. «Não faleis mal uns dos outros», diz a Escritura (Tiago 4, 11). A fofoca não é menos mal ou menos grave só porque agora é chamada de «gossip».

Uma vez uma mulher foi se confessar com São Felipe Néri, acusando-o de ter falado mal de algumas pessoas. O santo a absolveu, mas lhe pôs uma estranha penitência. Disse-lhe que fosse para casa, pegasse uma galinha e voltasse onde ele estava, depenando-a pouco a pouco ao longo do caminho. Quando esteve novamente diante dele, ele lhe disse: «Agora volta para casa e recolhe uma por uma das penas que deixaste cair quando vinhas para cá». A mulher lhe mostrou a impossibilidade: o vento as havia dispersado. Aí é onde queria chegar São Felipe. «Vês – disse-lhe – que é impossível recolher as penas uma vez que o vento as levou? Da mesma forma é impossível retirar murmurações e calúnias, uma vez que saíram da boca.»

Voltando ao tema da correção, deve-se dizer que nem sempre depende de nós o bom resultado ao fazer uma correção (apesar de nossas melhores disposições, o outro pode não aceitar, obstinar-se); contudo, depende sempre e exclusivamente de nós o bom resultado... ao receber uma correção. De fato, a pessoa que «cometeu a culpa» bem poderá ser eu e quem corrige ser o outro: o marido, a mulher, o amigo, o irmão de comunidade.

Em resumo, não existe só a correção ativa, mas também a passiva; não só o dever de corrigir, mas também o dever de deixar-se corrigir. Mais ainda: aqui é onde se vê se alguém amadureceu o bastante como para corrigir os demais. Quem quer corrigir o outro deve estar disposto também a deixar-se corrigir. Quando vês alguém receber uma observação e responder com simplicidade: «Tens razão, obrigado por ter me dito isso!», admira-o: estás diante de um autêntico homem ou de uma autêntica mulher.

.. tira primeiro a trave do teu olho..."



(Mateus 7.5)



O que seria de nós sem os nossos inimigos, sem alguém em quem pudéssemos depositar todos os males? Será que muitos de nós conseguiríamos viver sem um outro personagem em quem miramos, apontamos o dedo e dizemos: ‘você é o culpado’?

Geralmente quando refletimos sobre os problemas pessoais ou do mundo, saímos à caça dos causadores dos problemas, e é óbvio que não nos incluímos nesse grupo. Isso é bem nítido nas guerras, onde povos ou soldados são conduzidos a combater o inimigo comum, geralmente outro povo ou soldados também orientados nessa direção. Também nos conflitos religiosos os inimigos são importantes, pois, como justificar determinadas atitudes com perfil claramente interesseiro se não houver um inimigo ‘maligno’ do outro lado, deixando Deus do nosso lado?

Além disso, o inimigo também é importante nas questões pessoais. É muito mais fácil colocar sobre o outro a culpa de tudo, do que ver-nos como parte dos problemas e termos do que nos posicionar, e, para isso, termos que fazer uma avaliação de nós mesmos.

Penso que é isso que o texto bíblico fala: "...Tira primeiro a trave do teu olho", pois "... como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando tens a trave no teu?"

No Evangelho, Jesus se dirige àqueles que usavam o rigor da lei religiosa para punir a mínima coisa naqueles que não se conduziam conforme o esperado, mas não observavam o poço de incoerência em que suas próprias vidas estavam mergulhadas. Sugere até mesmo que a trave no olho fazia com que eles vissem incorretamente o cisco no olho do outro: "...tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o cisco do olho de teu irmão".

Como conclusão poderíamos dizer que o texto acima sugere que devamos fazer avaliações constantes, avaliações sobre nós mesmos, sobre nossa religião, sobre nossas crenças, idéias e valores. Isso é avaliar, é olhar para si mesmo sem medo do que será visto. Temo que poucos tenham a coragem de fazer isso, poucos seguem esse mandamento de Jesus, preferindo buscar um inimigo para neles projetar suas podridões escondidas. Daí tantas divisões políticas, religiosas e pessoais, pois é mais fácil ver o cisco no olho do outro.

Jornal Metodista

sábado, 27 de novembro de 2010

A IGREJA NÃO É UMA BRINCADEIRA DE FAZ-DE-CONTA



1 Coríntios 3.1-3 e 1 Coríntios 13.11
As crianças gostam de brincar de faz-de-conta: faz-de-conta que eu sou o médico, você a enfermeira e você é o paciente. Esse tipo de coisa funciona muito bem entre as crianças. Quando eles cansam de brincar de médico e paciente, passam a brincar de bombeiros. A vida infantil é mesmo o prazer pelo faz-de-conta.
O drama é continuar brincando de faz-de-conta sendo que a vida é mais real do que imaginamos.
As crianças evangélicas também gostam de brincar de igreja de faz-de-conta, mas assim que crescem, aprendem que a igreja não uma brincadeira de faz-de-conta.

I – JESUS NÃO EDIFICOU UMA IGREJA DE FAZ-DE-CONTA
1. A coisa é muita mais séria do que podemos imaginar. A igreja foi colocada em um mundo real, problemático e de muitas incertezas.
2. A igreja foi colocada para ser a última chance de resgate para o mundo perdido. Não é pouco para a igreja a tarefa que lhe é imposta.
3. Jesus não estava brincando de igreja, e nem seus discípulos eram personagens de uma fantasia. Jesus trabalhou o real, pois o inferno que se apresentava era também real.
4. O inferno que não é de faz-de-conta luta contra a igreja; o inferno real luta sabendo que a vitória é da igreja. Não que a igreja seja alguma por si mesma, mas por que a igreja é Daquele que a edificou e a sua vitória é a Dele.
5. A igreja é real e deveria valorizar o que ela mesma é: corpo de Cristo (Ef 4.12); povo peculiar (Tt 2.14); rebanho de Deus (1 Pd 5.2). Apenas para citar algumas figuras.
6. Por saber que a igreja é real, cada crente deve fazer parte dela consciente das próprias obrigações e privilégios.

II – JESUS NÃO ATRIBUIU OBRIGAÇÕES DE FAZ-DE-CONTA À IGREJA
1. Sendo a igreja real, as obrigações que ela deve cumprir também são reais.
2. Cristo não estava brincando quando mandou que os discípulos ficassem em Jerusalém para ser dinamizados. Discípulos medrosos, acanhados e sem poder, não levariam a resultado aquilo que Cristo lhes propunha.
3. O poder para a igreja não é uma opção; não é dada à igreja a possibilidade de ter poder ou não; poder é obrigação em face da dificuldade da tarefa.
4. Igreja sem poder é igreja sem Cristo; igreja sem Cristo é apenas uma associação de amigos que se suportam. E amigos que se suportam, são inimigos que esperam ocasião.
5. Tendo edificado a igreja e lhe prometido poder, desde que não se ausentasse de Jerusalém, Jesus cumpriu o que lhe prometera (At 2.1ss).
6. O poder conferido à igreja não foi para levantar nela uma classe de super-apóstolos, aeroapóstolos ou qualquer outra designação, mas levantar crentes capacitados para toda boa obra.
7. O poder da igreja anda junto com a missão: “ser-me-eis testemunhas”. A igreja deve ser testemunha do que Cristo fez por ela. Não é um testemunho faz-de-conta, mas um testemunho que pode ser efetivado através do seu próprio martírio. Não a morte da igreja, mas a morte de muitos que dela fazem parte.
8. A igreja é de verdade, porque o seu Senhor é de verdade; a missão é de verdade, pois o Cristo de verdade a comissionou.
9. Todo crente precisa saber: vida cristã de faz-de-conta é coisa que o diabo põe na cabeça daqueles que ainda não sabem por que faz parte da igreja.

III – JESUS NÃO FAZ-DE-CONTA QUE VIRÁ BUSCAR A SUA IGREJA

1. A igreja, que é coisa real, verdadeira, proclamadora, mas também contempladora, espera com ansiedade o cumprimento das outras palavras de Jesus.
2. Jesus deu para a igreja, na pessoa dos seus discípulos, a certeza de que Ele a levaria para Si.
3. Jesus era um homem sério; Ele não tinha tempo para gastar com coisas de somenos importância. Jesus não jogava conversa fora; Ele não discutia sobre coisas que tanto faz como tanto fez. Quando Ele diz que é, é mesmo; e, se disser que não é, não é mesmo.
4. A igreja espera o cumprimento da palavra dita por Jesus aos discípulos: “Voltarei e os receberei para mim mesmo”. Jesus não disse isso para animar crentes de corações desiludidos. Jesus disse a crentes que sabiam em quem criam.
5. Quando Jesus voltar para buscar a sua igreja, os crentes faz-de-conta correm o risco de não ter mais tempo de sair da brincadeira para o real.
6. Crentes faz-de-conta são como Ananias e Safira que pensavam que podiam enganar o Espírito Santo.
7. Crentes faz-de-conta pensam como Simão, que achava que as coisas de Deus podem ser compradas por dinheiro (At 8.14-25).
8. Por último, crentes faz-de-conta, levam a vida cristã na brincadeira, pensando que tudo não passa de um faz-de-conta. Crente faz-de-conta não consegue entender o que foi dito à igreja em Filadélfia: “Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa” (Ap 3.11).

CONCLUSÃO
Será muito bom quando pararmos de pensar que tudo é apenas uma brincadeira; que quando cansarmos de brincar, é hora de guardar tudo em uma caixa e voltar para brincar amanhã.
Mas para parar de pensar que tudo não passa de brincadeira é preciso dizer como Paulo: “Quando eu era menino agia assim e assim, mas quando deixei de ser menino, deixei também as meninices” (1 Co 13.11-Livre).
Que Deus nos ajude a crescer em graça e conhecimento Dele.
Amém.

Pr. Eli da Rocha Silva

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Agindo como Servo




“Tudo quanto fizerdes, fazei de todo coração, como para o Senhor, e não para homens”
Cl 3.23
“Faça todo o bem que puder, com todos os recursos que dispuser, de todas as formas que puder, em todos os lugares que puder, sempre que puder, a todas as pessoas que puder, enquanto puder”. (John Wesley)

Sempre que servimos aos outros, servimos a Deus.
A grandeza para o mundo é definida em termos de poder, posses, prestígio e posição. Na atualidade e com uma cultura egoísta ser servo não é muito apreciado.
Para Jesus a grandeza se mede pelo serviço e não pelo domínio (Mc 10.42 e 43). Você
será considerado grande quando serve e não quando é servido. A liderança é cobiçada por muitos, mas o servir por poucos.
Estão prontos para servir
Semelhante ao soldado que está a disposição de seu capitão, o servo deve estar pronto a
servir a Deus e ao próximo 2Tm 2.4
Estão atentos para as necessidades
A atenção do verdadeiro servo está sempre voltada para as necessidades dos outros. Ao
surgir uma oportunidade, o servo age imediatamente para auxiliar alguém ou executar uma tarefa.
Fazem o melhor que podem com o que têm nas mãos
Os verdadeiros servos fazem o que precisa ser feito. Não esperam por melhores dias ou
circunstâncias. Deus espera que você faça o que puder, com o que você tiver e onde estiver. Um serviço executado, ainda que não seja o melhor, será sempre melhor que as melhores das intenções. A mentalidade de que para servir a Deus é preciso especialidade, tem impedido muitas pessoas de servirem.
Fazem qualquer tarefa com dedicação
Os servos devem colocar o coração em tudo que fazem. Ainda que seja uma pequena
tarefa, a questão é: ela precisa ser feita.
Ainda que você alcance uma posição de destaque, não deve se esquecer que é um servo.
Deus jamais vai deixar você fora de pequenas tarefas.
São fiéis ao seu ministério
Os verdadeiros servos terminam as tarefas, são responsáveis e cumprem compromissos.
Não fazem nada pela metade e são confiáveis, dignos de crédito.
É triste saber que muitas pessoas se comprometem com tarefas e não cumprem. Por isso a necessidade de improvisos. O falar do crente deve ser sim – sim, não – não (Mt 5.37;Tg 5.12).
É servindo a Deus nas pequenas coisas que seremos engrandecidos para realizar as
maiores. Deus recompensa o servo que permanece fiel em seu ministério (Lc 16.10; Mt 25.23). O verdadeiro servo não se aposenta. Serve por toda a vida.

Extraído: Uma vida com propósitos
Rick Warrem

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

PLANTE BOAS SEMENTES COLHA BONS FRUTOS



Um dia, um pobre camponês escocês, enquanto tra¬balhava para ganhar a vida e o sustento para a sua família, ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano das proximidades. Ele largou rapidamente as fer¬ramentas, correu para lá e viu um menino gritando, ten¬tando se safar da morte, atolado na lama até a cintura. O camponês, arriscando sua própria vida, salvou aquele me¬nino de uma morte lenta e terrível.
No dia seguinte, uma carruagem riquíssima che¬gava à humilde casa do camponês. Um nobre, elegante¬mente vestido, saiu e se apresentou como o pai do menino que fora salvo da morte.
- Eu quero recompensá-lo - disse o nobre. - Você salvou a vida do meu filho.
- Não, eu não posso aceitar pagamento pelo que eu fiz - respondeu o camponês, recusando a oferta.
Naquele exato momento, uns dos filhos do cam¬ponês veio à porta do casebre.
- É seu filho? - perguntou o nobre.
- Sim - respondeu o camponês orgulhosamente.
- Eu lhe farei uma proposta, deixe-me levá-lo e lhe dar uma boa educação, se o rapaz for como o pai, ele cres¬cerá e será um homem do qual você terá muito orgulho.
O camponês concordou e foi o que o nobre fez. Os tempos passaram, e o filho do camponês se formou no Hospital Escola Universitária Sta. Maria, em Londres, e fi¬cou conhecido em todo o mundo como o notável senhor Alexandre Fleming, o descobridor da penicilina. Contudo, a história não acabou aí. A gente realmente colhe os resul¬tados que plantamos. Anos depois o filho do nobre senhor estava muito doente e novamente em perigo de vida. Sa¬bem quem o salvou? A penicilina! Querem saber o nome do nobre? Era Randolph Churchill, e o nome do filho, que quase morrera atolado e que agora foi salvo pela penicili¬na, era o famoso Winston Churchill.
Colhemos realmente em nossa vida as sementes que plantamos. Se plantarmos o bem, colheremos bons frutos, se plantarmos, nos terrenos férteis da vida das pessoas, o mal, colheremos em nossa vida o resultado dessas mesmas sementes.
Plantemos a partir de hoje, a paz, a alegria, e a bon¬dade, a paciência, e acima de tudo, o amor.

D. D’Cartio

quinta-feira, 21 de outubro de 2010



Necessitamos orar pela reunião de oração; assisti-la e orar, não como meros espectadores, mas como membros do corpo de Cristo, entrando ao trono da graça juntamente com os demais reunidos (Hebreus 4:16).
Necessitamos resistir a toda fraqueza e cansaço; a presente graça sacerdotal de Cristo pode nos elevar sobre todo espírito mau.
Ore brevemente, considerando as crianças, os velhos e enfermos que também estão de joelhos. Seja claro e breve como Moisés em Gênesis 12:13: "Ó Deus, rogo-te que a cures." Também em I Crônicas 4:10 lemos, "Se me abençoares muitíssimo, e meus termos amplificares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja aflito!..." Estas orações são, ambas, claras e breves. Considere como é cruel vagar desde Dã até Berseba (regiões de Israel, uma ao norte e outra ao sul) e tornar a voltar, fatigando as pessoas, já cansadas pelo trabalho cotidiano. Certa ocasião um irmão disse a outro: "Sua oração me colocou em uma santa disposição mental, mas... a mesma oração me tirou dela."
A oração mais longa no Novo Testamento se encontra no capítulo 17 do evangelho de João, onde o Filho se dirige ao Pai; e provavelmente tomou somente cinco minutos.
Evite a crítica; se eu me sinto com espírito crítico enquanto outros oram, é porque meu próprio espírito não está em contato com a mente de Deus. Guarde-se de toda oração "teológica" (em que se fica expondo doutrinas, princípios, etc.). O irmão J. N. Darby disse certa vez: "...esse tipo de oração é uma iniquidade." Se pretendemos orar para mostrar nosso conhecimento, não estamos orando a Deus.
Mantenha seus olhos fechados, mas não durma. Dormir em qualquer das reuniões é grande desonra ao Senhor, e os que fazem tal coisa devem ser admoestados por sua maneira indecente e sem reverência. Descanse no Senhor e pacientemente espere nEle; o Senhor organizará todas as coisas em seu devido tempo.
Orar para que as pessoas ouçam é algo perverso, porque fazemos que estamos orando a Deus, enquanto estamos pregando aos homens. "Mas faça-se tudo decentemente e com ordem" (I Co. 14:40).
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PENSAMENTO: Nós temos uma quádrupla energia, ou seja, o Espírito Santo, a Palavra de Deus, o Trono de Deus e um par de joelhos. Use-os!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Avivamento em Gales

Este homem foi usado poderosamente por Deus para um grande avivamento que varreu o país de Gales, um pequeno principado das ilhas britânicas em 1904.
Evan Roberts é um exemplo de um seguidor dinâmico do Senhor, encorajando a Igreja a ser uma hospedeira adequada do Espírito Santo.

Um mover verdadeiro de Deus não tem como combustível o dinheiro, a organização ou a propaganda. O avivamento autêntico só vem quando a coluna de fogo, que é a presença de Deus, levanta-se e se move. Tentar organizar, promover ou vender um mover de Deus é profanação na sua forma mais baixa.

Os historiadores relataram que a característica mais surpreendente do avivamento de Gales foi a falta de mercantilismo. Não havia hinários, líderes musicais, comitês, coros, grandes pregadores, ofertas e nem organizações. Contudo, almas foram redimidas, famílias foram curadas e cidades inteiras se converteram numa escala nunca vista antes.

Durante o avivamento de Gales as pessoas iam às reuniões por causa de Deus, não por causa de uma superestrela.
Evan Roberts não permitia que seu nome fosse anunciado com antecedência, para que não houvesse nenhuma expectativa na sua pessoa, mas em Jesus.

F.B.Meyer, um líder cristão maduro e renomado após observar Evan Roberts disse: “Ele não irá a frente do Espírito Santo, mas está desejoso de ficar do lado e permanecer atrás, a menos que esteja perfeitamente seguro de que o Espírito de Deus está se movendo”.

Aquele que sabe quando não falar, falará com mais autoridade quando falar.

Em meio ao avivamento, Evan Roberts, esteve em “silêncio” uma semana. Evan não revelou publicamente o que aconteceu nos seus encontros com o Senhor nessa semana, mas todos noticiaram que havia sobre ele uma unção ainda maior. No quinto dia desta semana, Evan anotou quatro princípios simples aos quais ele tinha que se devotar:

1. Preciso tomar muito cuidado, primeiramente, em fazer tudo aquilo que Deus diz - comanda - e somente aquilo. Moisés se perdeu aqui – ele bateu na rocha.

2. Segundo, levar todos os assuntos, mesmo os insignificantes a Deus na oração. Josué se perdeu aqui: ele fez uma aliança com os gibeonitas que fingiram que moravam numa terra distante, enquanto estavam morando bem perto.

3. Terceiro, obedecer ao Espírito Santo.

4. Quarto, dar toda glória a Ele.”

A seguinte oração de Evan que foi registrada, captura sucintamente a ênfase central e a devoção dos evangelistas do avivamento:

“Senhor Jesus, ajuda-nos agora através do Espírito Santo a estarmos face a face com a Cruz. Qualquer que seja o impedimento, nós nos comprometermos a Te servir. Coloca todos nós debaixo do Sangue. Ó, Senhor, coloca o Sangue sobre todo nosso passado até este momento. Nós Te damos graças pelo Sangue. No nome de Jesus Cristo, amarra o diabo neste momento. Apontamos para a Cruz de Cristo. É a nossa Cruz e tomamos posse na Sua conquista. Revela a Cruz através do nome de Jesus. Ó, abre os Céus! Desce sobre nós agora. Despedaça os nossos corações, dá-nos tal visão do Calvário que nossos corações sejam quebrantados. Ó, Senhor, desce agora, abre os nossos corações para recebermos o coração que sangrou por nós. Se tivermos que ser feitos de bobos – torna-nos bobos por Ti. Toma-nos, espírito, alma e corpo. Somos Teus. Tu nos comprastes.

Revela a Cruz por Jesus – a Cruz que vence o mundo. Coloca-nos sob o Sangue. Livra-nos de pensarmos no que os outros falam de nós. Ó, fala – fala – fala, Senhor Jesus. Tuas palavras são verdadeiramente vinho. Ó, revela a Cruz , amado Jesus – a Cruz na sua glória.

Reina em todos os corações por Jesus, ajuda-nos a ver o Salvador agonizante. Capacita-nos a vê-Lo conquistando os exércitos das trevas. Declara a vitória pelo Teu filho, Senhor, agora. Ele é digno de ter a vitória. Tu és o Deus todo-poderoso. Ó, declara a vitória! Daremos toda glória ao Teu nome. Ninguém tem mais direito a glória do que Tu. Toma-a, Senhor. Glorifica o teu Filho nesta reunião. Ó, Espírito Santo – faze a Tua obra através de nós e em nós agora. Fala a Tua palavra com poder, por causa do Teu nome. Amém – e amém!” .
Extraído do Livro ‘O mundo em Chamas” de Rick Joiner.
Por Augusto Cesar Odorizzi

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO




Veja, quantas vezes tivemos problemas em virtude do nosso comportamento. A física, explica que a ação gera uma reação. Comportamento, da mesma forma, gera comportamento. Gerenciar o seu comportamento ajuda a aumentar o seu nível de relacionamento interpessoal, aprendendo a ser mais empático, humilde e solidário. Quando passamos a ser referência, à todo momento somos colocados à prova, pelo público interno e externo em nossas atividades, a forma como gerenciamos o nosso comportamento e as nossas atitudes, influencia diretamente no comportamento das demais pessoas que convivem conosco na empresa, escolas, clubes, etc... e na própria residência. Quando conhecemos as nossas forças e fraquezas e entendemos o que podemos fazer para controlar as atitudes tempestivas, agressivas e até irônicas, com certeza iremos mais longe e construiremos uma rede de relacionamento mais duradora. Falamos de gerenciamento de comportamento, pois sabemos que não é fácil, principalmente quando não nos damos conta dessa condição, que gera conflito e afasta pessoas do nosso convívio. Saber ouvir, muitas das vezes é mais importante do que falar, respeitar opinião, não quer dizer necessariamente em concordar, mesmo porquê na grande maioria das vezes é subjetiva e com o tempo pode mudar. Sabemos que não mudamos de comportamento de um dia para outro, mas temos que ter como objetivo particular a evolução no desenvolvimento dessas relações, fortalecendo os pontos positivos e trabalhando com forte disposição para mudar os pontos negativos. Pensar positivamente, sendo otimista, criando uma ambiente de prosperidade, influencia as demais pessoas e pode transformar o futuro. Procure fazer parte do grupo de pessoas que fazem a diferença. Lembre que a diferença, faz a diferença. Compreenda a condição e os limites de cada um, valorize e celebre mesmos as pequenas conquistas, demonstre, mesmo para aquela pessoa mais simples e humilde que convive no seu dia a dia, que ela é importante e que tem valor, com certeza você também será importante para ela. Tenha um bom dia.

Autor: Desconhecido

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

AVES SEM NINHO





Os pássaros constroem os seus ninhos com materiais retirados da natureza – palha, capim, gravetos e barros – de forma a fazer com que essas habitações sejam verdadeiras fortalezas contra os predadores.

É muito comum encontrar um ninho escondido em uma árvore, sendo que a cor do material se confunde com a tonalidade do galho. O ninho é feito para garantir sobrevivência e segurança.

Uma igreja séria constrói o seu “ninho” de forma diferente. Os materiais utilizados na construção do prédio não têm tanta importância quanto a teologia que é adotada pela igreja.

O mais importante em uma igreja é a espiritualidade e o seu compromisso com as Escrituras. Isso significa que sobrevivência e a segurança da vida espiritual de um crente estão fincados no compromisso de devoção ao Senhor – materializados por meio de oração e estudo das Escrituras, na pregação de uma Palavra verdadeira e na ética da liderança da Igreja.

Igrejas que estão no centro da vontade de Deus pregam sobre salvação, sobre o pão celestial, enfim, sobre santidade. Uma Palavra que leva aos céus!

Para alguns, porém, fazer parte de uma Igreja séria e comprometida parece não ser o mais importante. O que vale é satisfazer aos seus desejos. Há crentes impacientes, ansiosos, rebeldes, insubmissos e avessos à disciplina. A permanência em determinada Igreja é condicionada ao tratamento que ele recebe. “Se alguém fala algo que não gosta ou não atende aos seus desejos, muda de Igreja”. Esse é o pensamento vigente, já que não é difícil encontrar opções.

Há igrejas para todos os gostos e tipos: se quero uma benção financeira, vou para uma igreja que prega a Teologia da Prosperidade. Se preciso sair de uma depressão, a saída é ir aos cultos de um pastor que tem uma pregação positiva.
E esses crentes vivem como pássaros sem ninhos. Trocam de igreja como se troca de roupa. Não há vínculos. Não há compromisso. Claro que placas de igrejas não salvam e seríamos levianos em pregar tal inverdade.

A salvação vem por meio de Cristo Jesus. Mas freqüentar uma igreja em de fato é pregada uma Palavra verdadeira (...A fé vem pelo ouvir,e o ouvir a palavra de Deus) resulta em crentes maduros, confiantes e apaixonados pelo Senhor!

Rogamos a Deus que Ele nos dê mais sabedoria, mais integridade e unção para sermos sal na terra e não aves sem ninho!

Pr. Aguiar Valvassoura

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

PASTOR MIGUEL.

Que a Graça e paz do nosso Senhor Jesus Cristo estaja com todos.
Meus irmãos, nestes últimos dias tenho acompanhado algumas reações pela internet ( email e sites) no que diz respeito ao vídeio, agora amplamente divulgado do Pr. Piragine contra o PT. Precisamos lembrar o que o apóstolo Paulo disse: “ A nossa luta não é contra carne ou sangue, mas..... contra quem? O PT? Todos os políticos do PT são corruptos?
Realmente meus queridos, Satanas tem lançado sobre nós uma cegueira tal que nos impede de ver onde reside o maior problema.
Quero deixar claro que não estou defendendo NENHUM partido político seja ele qual for. E da mesma forma, vocês NUNCA me verão fazendo campanha para nenhum sequer.
O maior ploblema está na lei PL122/06 aprovada na câmara e agora esperando no senado a sua aprovação. Esta lei, sim, deveria ser a nossa preocupação, e o nosso objetivo deveria ser pesquisar quem são os senadores que estão de acordo com ela.
Meus queridos, não se iludam, existe outros politicos, fora do PT, que votam a favor. Desta forma, deixemos a legenda de lado e foquemos nas pessoas seja do PT, PSDB, PV, ETC... Em todos os partidos existe pessoas contra e a favor.
Pergunto: Você conhece a Lei PL 122/06?
Você já leu o que diz esta lei, ou vai de embalo?

Pois bem, estou colocando a sua disposição vários materiais ( estão a seguir ) e espero que você leia – matéria longa – Espero que você tire um tempo para fazer isso. Todas as matérias estão com as sua fontes e foram coletadas de sites de confiança.

Quero declarar que sou CONTRA A LEI PL122/06 e estarei votando nas pessoas que são contrárias e ela seja de que partido for. Encerro com a palavra do presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil -
Neutro em assuntos de religião, o presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), José Luiz de Oliveira, acredita que os projetos de lei, caso sejam aprovados, não resolverão a questão. Pelo contrário, deverão acirrar os ânimos: “O PL do Senado, por exemplo, fere o princípio constitucional da liberdade de crença e expressão e destrói qualquer manifestação religiosa e exortação, seja feita por um padre, sheik, rabino ou por um pastor. As religiões não concordam com o comportamento homossexual por causa de suas doutrinas, marcos irremovíveis que precisam ser respeitados. Devemos pensar em uma lei para coibir o preconceito, mas sem excessos”.

Com Carinho
Pr. Miguel Angelo Fiorini Junior

Obs - Leia a matéria toda – Alguns destaques do Pastor Miguel- Sites confiáveis.


Nos últimos 30 anos, o Movimento LGBT Brasileiro vem concentrando esforços para promover a cidadania, combater a discriminação e estimular a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A partir de pesquisas que revelaram dados alarmantes da homofobia no Brasil, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), juntamente com mais de 200 organizações afiliadas, espalhadas por todo o país, desenvolveram o Projeto de Lei 5003/2001, que mais tarde veio se tornar o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.
O projeto torna crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero - equiparando esta situação à discriminação de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, sexo e gênero, ficando o autor do crime sujeito a pena, reclusão e multa.
Aprovado no Congresso Nacional, o PLC alterará a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, caracterizando crime a discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Isto quer dizer que todo cidadão ou cidadã que sofrer discriminação por causa de sua orientação sexual e identidade de gênero poderá prestar queixa formal na delegacia. Esta queixa levará à abertura de processo judicial. Caso seja provada a veracidade da acusação, o réu estará sujeito às penas definidas em lei.
O texto do Projeto de Lei PLC 122/2006 aborda as mais variadas manifestações que podem constituir homofobia; para cada modo de discriminação há uma pena específica, que atinge no máximo 5 anos de reclusão. Para os casos de discriminação no interior de estabelecimentos comerciais, os proprietários estão sujeitos à reclusão e suspensão do funcionamento do local em um período de até três meses. Também será considerado crime proibir a livre expressão e manifestação de afetividade de cidadãos homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais.
Apesar dos intensos esforços e conquistas do Movimento LGBT Brasileiro em relação ao PLC 122, ainda assim, ele precisa ser votado no Senado Federal. O projeto enfrenta oposição de setores conservadores no Senado e de segmentos de fundamentalistas religiosos. Por este motivo, junte-se a nós e participe da campanha virtual para divulgar e pressionar os senadores pela aprovação do projeto.
Por quê a lei?
• Ainda não há proteção específica na legislação federal contra a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
• Por não haver essa proteção, estimados 10% da população brasileira (18 milhões de pessoas) continuam a sofrer discriminação (assassinatos, violência física, agressão verbal, discriminação na seleção para emprego e no próprio local de trabalho, escola, entre outras), e os agressores continuam impunes;
• Por estarmos todos nós, seres humanos, inseridos numa dinâmica social em que existem laços afetivos, de parentesco, profissionais e outros, essa discriminação extrapola suas vítimas diretas, agredindo também seus familiares, entes queridos, colegas de trabalho e, no limite, a sociedade como um todo;
• O projeto está em consonância com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário: “Artigo 7°: Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual proteção da lei. Todos têm direito a proteção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação”;
• O projeto permite a concretização dos preceitos da Constituição Federal: “Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação [...] / Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”;
• O projeto não limita ou atenta contra a liberdade de expressão, de opinião, de credo ou de pensamento. Ao contrário, contribui para garanti-las a todos, evitando que parte significativa da população, hoje discriminada, seja agredida ou preterida exatamente por fazer uso de tais liberdades em consonância com sua orientação sexual e identidade de gênero;
• Por motivos idênticos ou semelhantes aos aqui esclarecidos, muitos países no mundo, inclusive a União Européia, já reconheceram a necessidade de adotar legislação dessa natureza;
• A aprovação do Projeto de Lei contribuirá para colocar o Brasil na vanguarda da América Latina, assim como o Caribe, como um país que preza pela plenitude dos direitos de todos seus cidadãos, rumo a uma sociedade que respeite a diversidade e promova a paz.
Fonte: Projeto Aliadas – ABGLT
Verdades e Mentiras sobre o PLC 122/06
Desde que começou a ser debatido no Senado, o projeto de lei da Câmara 122/2006, que define os crimes resultantes de preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero tem sido alvo de pesadas críticas de alguns setores religiosos fundamentalistas (notadamente católicos e evangélicos).

Essas críticas, em sua maioria, não têm base laica ou objetiva. São fruto de uma tentativa equivocada de transpor para a esfera secular e para o espaço público argumentos religiosos, principalmente bíblicos. Não discutem o mérito do projeto, sua adequação ou não do ponto de vista dos direitos humanos ou do ordenamento legal. Apenas repisam preconceitos com base em errôneas interpretações religiosas.

Contudo, algumas críticas tentam desqualificar o projeto alegando inconsistências técnicas, jurídicas e até sua inconstitucionalidade. São críticas inconsistentes, mas, pelo menos, fundamentadas pelo aspecto jurídico. Por respeito a esses argumentos laicos, refutamos, abaixo, as principais objeções colocadas:


1. É verdade que o PLC 122/2006 restringe a liberdade de expressão?

Não, é mentira. O projeto de lei apenas pune condutas e discursos preconceituosos. É o que já acontece hoje no caso do racismo, por exemplo. Se substituirmos a expressão cidadão homossexual por negro ou judeu no projeto, veremos que não há nada de diferente do que já é hoje praticado.

É preciso considerar também que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada - ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Esse entendimento é da melhor tradição constitucionalista e também do Supremo Tribunal Federal.

2. É verdade que o PLC 122/2006 ataca a liberdade religiosa?

Não, é mentira. O projeto de lei não interfere na liberdade de culto ou de pregação religiosa. O que o projeto visa coibir são manifestações notadamente discriminatórias, ofensivas ou de desprezo. Particularmente as que incitem a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
( NÃO É VERDADE, MUITAS PESSOAS JÁ ESTÃO SENDO PROCESSADAS, SEM LEI, POR EXPRESSAREM OPNIÕES CONTRÁRIAS AO HOMOSSEXUALISMO - PRÓXIMA MATÉRIA EM DESTAQUE) Destaque - pastor Miguel

Ser homossexual não é crime. E não é distúrbio nem doença, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Portanto, religiões podem manifestar livremente juízos de valor teológicos (como considerar a homossexualidade "pecado"). Mas não podem propagar inverdades científicas, fortalecendo estigmas contra segmentos da população.

Nenhuma pessoa ou instituição está acima da Constituição e do ordenamento legal do Brasil, que veda qualquer tipo de discriminação.

Concessões públicas (como rádios ou TV's), manifestações públicas ou outros meios não podem ser usados para incitar ódio ou divulgar manifestações discriminatórias – seja contra mulheres, negros, índios, pessoas com deficiência ou homossexuais. A liberdade de culto não pode servir de escudo para ataques a honra ou a dignidade de qualquer pessoa ou grupo social.

3. É verdade que os termos orientação sexual e identidade de gênero são imprecisos e não definidos no PLC 122, e, portanto, o projeto é tecnicamente inconsistente?

Não, é mentira. Orientação sexual e identidade de gênero são termos consolidados cientificamente, em várias áreas do saber humano, principalmente psicologia, sociologia, estudos culturais, entre outras. Ademais, a legislação penal está repleta de exemplos de definições que não são detalhadas no corpo da lei.

Cabe ao juiz, a cada caso concreto, interpretar se houve ou não preconceito em virtude dos termos descritos na lei.

Fonte: Projeto Aliadas/ABGLT
Extraído - http://www.naohomofobia.com.br/lei/index.php
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Existe perseguição religiosa no Brasil?
Ainda não, mas poderá existir. Segundo alguns evangélicos, caso se aprove a Lei da Homofobia
O Brasil, um país reconhecido no mundo inteiro por sua tolerância e respeito às diferentes raças, etnias e religiões, pode estar diante de uma ameaça iminente à liberdade de expressão e de culto. Se os nebulosos prognósticos se confirmarem, em breve será possível assistir pastores sendo presos por pregarem o Evangelho como já acontece em muitos países da África, pais perdendo a guarda dos próprios filhos por transmitirem a eles suas convicções religiosas, como ocorre no Oriente Médio, e crentes passando por extenuantes sessões de tortura, como na China e na Coréia do Norte, porque distribuíram Bíblias. Tudo isso aqui, bem na frente dos seus olhos.

Sensacionalismo? Não para a organização missionária Portas Abertas, uma das entidades mais respeitadas em todo mundo na defesa dos direitos humanos e no apoio aos cristãos em países onde é proibido exercer livremente a fé. Desde outubro, a entidade realiza com apoio de líderes e igrejas evangélicas uma campanha de conscientização e protesto junto a deputados e senadores para evitar a aprovação de dois projetos de lei: o 122/06, que está em tramitação no Senado, e o 6418/2005, na Câmara dos Deputados. Ambos proíbem a discriminação contra homossexuais e se tornaram conhecidos popularmente como “Lei da Homofobia”.

“Uma leitura do projeto que está no Senado e pode virar lei a qualquer instante até porque tem o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva revela que a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, independente da interpretação da corrente religiosa”, informa o texto da campanha da Portas Abertas. A base seria um dos artigos do projeto, que prevê prisão de um a três anos para quem for condenado por injuriar ou intimidar um homossexual ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário a sua orientação sexual.

O documento considera o projeto da Câmara ainda mais pernicioso. “Ele cita um aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais. No caso dos impressos, o projeto determina seu confisco e destruição, o que permite que as autoridades brasileiras recolham e destruam Bíblias. Já programas de rádio e televisão podem ser tirados do ar.”

A Portas Abertas considera que os projetos também ameaçam indiretamente todas as igrejas e seus membros, que dão dízimos e ofertas, ao falar sobre prisão de dois a cinco anos para quem financiar, patrocinar ou prestar assistência aos transgressores da lei. “É uma ameaça mais gritante a todos os crentes brasileiros, que são os principais financiadores de missões, igrejas e programas nos meios de comunicação de massa que se propõem a pregar o Evangelho”, denuncia.

Sem sentido – Para o pastor Gelson Piber, líder no Brasil da Igreja da Comunidade Metropolina (ICM) – a maior igreja cristã gay do mundo, com mais de 40 mil membros – essa interpretação dos projetos de lei é absurda. “A questão é que precisamos de menos críticas e maldições saindo da boca dos cristãos e mais bênçãos. A pessoa pode até discordar, expressar sua opinião, mas não precisa ofender, afirmando que os homossexuais vão para o inferno e que são amaldiçoados”, defende ele.

Piber acredita que faltam argumentos e por isso muitos evangélicos estão criando uma onda de denuncismo sem sentido. “Em momento nenhum os projetos de lei dizem que posições contrárias são criminosas, isso é interpretação. Tem gente falando que dois homens poderão entrar num templo, acariciarem-se e ninguém poderá fazer nada. Ora, se isso acontece na minha igreja, eu corrijo e continuarei a corrigir tais pessoas, sejam elas homo ou heterossexuais, porque templo não é lugar para isso.”

O pastor, que mora no Rio de Janeiro, mas responde por igrejas espalhadas por todo o país há coisa de três anos, cita o Rio Grande do Sul como força para seus argumentos. “Lá já existe uma lei estadual parecida e nenhum cristão foi preso por expressar sua opinião, desde que com respeito”, diz. E completa: “Posições teológicas não devem interferir no Direito Civil. O Brasil é um dos países mais violentos do mundo contra homossexuais, com um assassinato a cada três dias. Essa lei é uma oportunidade de combatermos a intolerância”.

Opiniões contrárias a parte, o que muita gente quer é conciliar uma forma de combater o preconceito e a discriminação, mas também impedir o advento daquilo que vem sendo chamado no Brasil de “ditadura gay”. E assim evitar que aconteçam casos por aqui como o do militante evangélico Stephen Green, que foi preso e processado em setembro na Grã-Bretanha sob acusação de comportamento ameaçador. E qual foi o seu crime? Ele distribuiu folhetos em uma manifestação homossexual, que traziam passagens bíblicas contrárias ao homossexualismo e com a exortação: “Deixem os seus pecados e serão salvos”.

Por aqui, mesmo sem lei, evangélicos são processados periodicamente por discriminação. No final de agosto, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) denunciou o pastor Silas Malafaia ao Ministério Público Federal por declarações feitas em seu programa de televisão Vitória em Cristo. Em Rancho Queimado (SC), a 60 quilômetros de Florianópolis, o pastor luterano Ademir Kreutzfeld foi processado pelo editor do jornal O tropeiro, Júlio César Orviedo, por prática homofóbica. O pastor ligou para comerciantes locais, alertando-os de que o jornal divulgava o homossexualismo, o que fez com que o jornal perdesse anúncios. Depois de muita polêmica, o editor desistiu da queixa-crime e o processo acabou arquivado.

Neutro em assuntos de religião, o presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), José Luiz de Oliveira, acredita que os projetos de lei, caso sejam aprovados, não resolverão a questão. Pelo contrário, deverão acirrar os ânimos: “O PL do Senado, por exemplo, fere o princípio constitucional da liberdade de crença e expressão e destrói qualquer manifestação religiosa e exortação, seja feita por um padre, sheik, rabino ou por um pastor. As religiões não concordam com o comportamento homossexual por causa de suas doutrinas, marcos irremovíveis que precisam ser respeitados. Devemos pensar em uma lei para coibir o preconceito, mas sem excessos”. – Concordo plenamente!!! Pr. Miguel
Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia
Extraído - http://www.eclesia.com.br/revistadet1.asp?cod_artigos=626



Entrevista que o pastor Ademir Kreutzfeld - Portas Abertas
Leia - http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=3881
Leituras Obrigatórias:

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79604http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79604
http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/67401.pdf
http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/69548.pdf

Relação de políticos:
http://www.youtube.com/watch?v=BBgo6SV3DyA&NR=1&feature=fvwp

Antes de expressar qualquer palavra. Leia e reflita.

Seja pronto para ouvir e tardio para falar - ótimo conselho!!
Pr. Miguel

quarta-feira, 8 de setembro de 2010


Para um homem de bem, a mentira é sinónimo de exagero.
- MAISTER

Conte a verdade ou não conte nada. Ninguém gosta de gente mentirosa.
- FORTUNE MAGAZINE

Um menino, de aproximadamente 12 anos, era uma testemunha chave em um processo judicial. Um dos advogados, depois de interrogá-lo longamente, perguntou:
- Seu pai lhe deu instruções e lhe disse o que dizer, não foi?
O garoto olhou firmemente para aquele homem e respondeu:
- Sim ele me orientou e me disse o que deveria dizer aos senhores.
O advogado olhou para ele e lhe disse:
- Então nos diga agora quais foram as instruções.
O menino baixou a cabeça, e o advogado insistiu, querendo uma resposta.
- Bem senhor - replicou o menino - papai me disse que os advogados tentariam me confundir, mas se eu fosse cuidadoso e falasse somente a verdade, não cairia em contradição.

A história desse garoto nos ensina que a verdade é sempre o melhor caminho para uma vida bem-sucedida. Ninguém gosta de um funcionário mentiroso, ninguém gosta de pessoas mentirosas, ninguém gosta de ser enganado, pais e mães, que mentem para seus filhos, criam filhos também mentirosos, líderes e empresas que enganam os seus funcionários acabam criando funcionários igualmente enganadores e mentirosos, é necessário ter um grande cuidado para se criar um ambiente cheio de verdade onde estivermos. Como disse Pitágoras: "Eduquem os meninos... e não será preciso castigar os homens".
Pessoas que mentem não têm credibilidade com os outros, há sempre um ar de desconfiança ao redor delas.
Pais, se vocês prometeram algo a seus filhos, cumpram aquilo que prometeram. Líder, não tente enganar os seus liderados com promessas que não podem cumprir, vendedores não queiram se sair bem enganando os seus clientes, eles certamente, mais cedo ou mais tarde, descobrirão que estão sendo enganados.
Aconteça o que acontecer, fale a verdade, pois uma pessoa que fala a verdade não tem nada a esconder, mas a mentirosa paga um preço muito alto por sua desonestidade.
Uma mentira exige outra para cobri-la e, no final, o mentiroso é apanhado em sua própria teia de engano.

Quem inventa histórias, acaba preso em sua própria trama.

Você pode enganar algumas pessoas durante todo tempo, e todas as pessoas durante algum tempo, mas não pode enganar todas as pessoas durante todo o tempo.
- ABRAÃO LINCOLN

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A SERPENTE E O VAGALUME




(Provérbios 14:30) - O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos.



Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava
em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada....
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer uma pergunta?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar
mesmo, pode perguntar.
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar!

Há muitos que querem ajudar e são conscientes de suas capacidades, colaboram e torcem para que seus colegas sejam reconhecidos e promovidos. Contudo, nem todos são assim. Infelizmente, esse é um fato e devemos estar atentos, pois há pessoas que só pensam em destruir o que se construiu com muito esforço e dedicação. Essas pessoas não querem ver os outros se destacando, bem sucedidos, pois o brilho dos outros o incomoda. São pessoas invejosas, frustradas e inseguras de si mesmas.
Você nasceu para brilhar!
CREIA NISSO!!!!

AUTO DEFESA





Alarmes e grades podem proteger nossa casa de visitantes indesejados.
É uma pena que esses recursos não sirvam para nos proteger de Deus. Se eles funcionassem, certamente faríamos uso deles. Muitos procuram manter Deus longe de suas vidas usando as mais variadas estratégias. Há os que negam que Deus existe. Outros questionam Seu modo de agir com perguntas do tipo: Se Deus é justo, por que permite tanta injustiça no mundo? Se Deus sabe tudo, por que nos criou com liberdade de escolha, sabendo que optaríamos pelo mal? Por que muitas vezes o comportamento dos que dizem crer em Deus é tão contraditório? Os mais estranhos argumentos são inventados para manter Deus bem longe. Mas o que Ele está querendo tirar de nós? Nada! Ele quer nos presentear. Ele nos enviou Jesus, que entregou Sua vida por nós. Deveríamos ao menos avaliar essa questão, verificar o que há por trás de Sua oferta de perdoar toda a nossa culpa. Deveríamos deixar de praticar defesa pessoal.
Muitas barreiras contra Deus são apenas emprestadas dos outros, não são convicções pessoais profundas e maduras. São desculpas baratas e esfarrapadas. Mas todas elas são armadilhas onde nós mesmos acabamos caindo.
Cuidado para não nos destruirmos com nossas próprias armas! Permitamos que Deus entre em nossas vidas! Desativemos os alarmes e arrebentemos as grades que mantêm Deus longe de nosso coração. Ele entrará em nossas vidas se O convidarmos.
Extraído do folheto: Auto Defesa

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

ENTORPECIMENTO MENTAL

ENTORPECIMENTO MENTAL
“O Senhor entende o que está lendo?”
Atos 8.30

Tempos difíceis estes nos quais as pessoas não conseguem entender o significado das palavras!
Recordo-me das pesquisas que realizei há alguns anos atrás sobre o misticismo que impregnava o mundo ocidental na bagagem do Movimento Nova Era. Naquela época estava escrevendo o livro “Nova Era versus Igreja – A Batalha Final”, e me deparei com a proposta do “New Age” em diminuir a rotação mental para o estado “Alfa”, no qual o poder de receber e avaliar as informações fica prejudicado. Entendi que a mente humana funciona por meio de rotações e no seu estado original é capaz de avaliar informações recebidas eliminando aquelas que segundo o padrão moral estabelecido são consideradas prejudiciais ou impróprias, mas quando a mente humana funciona abaixo da sua rotação normal perde-se o poder de compreensão e as informações são assimiladas sem uma prévia avaliação. Devido a esse fator somado à perda de valores morais que norteiam o que é certo e o que é errado encontramos uma sociedade constituída por pessoas que não compreendem as palavras, aceitam sem resistência as informações que mais são difundidas e não possuem padrão moral que defina a diferença entre o bem e o mal, o certo e o errado.
Resultado? Alunos medíocres nas universidades, profissionais desqualificados nas empresas e obreiros infrutíferos na igreja! Tudo porque as pessoas não conseguem entender o significado das palavras, pois estão com a mente entorpecida.
O entorpecimento é um estado de sonolência e gera falta de discernimento.
Em termos bíblicos encontramos a informação de que Deus permite isso como resultado do endurecimento dos corações quanto à mensagem do Evangelho: “... Foram endurecidos... Deus lhes deu um espírito de atordoamento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir...” (Romanos 11.7-8).
Esse é o retrato dos tempos modernos!
As pessoas não entendem o que lêem, vêem e o que ouvem então o sono mental gera surdez e cegueira. Agora considere que isso gera graves prejuízos nas coisas naturais, imagine então o dano que acarreta naquelas de origem espiritual? A Bíblia afirma que Satanás atua “Cegando o entendimento dos incrédulos” (II Coríntios 4.4).
Lá na empresa o funcionário está olhando para o patrão e ouvindo-o dar instruções sobre o trabalho a ser feito, minutos depois faz tudo errado – isso devido ao entorpecimento mental. O mesmo acontece nas igrejas onde as pessoas recolhem as informações transmitidas na pregação, no ensino ou mesmo no aconselhamento, mas saem do templo ou do gabinete pastoral e fazem tudo errado.
O que Fazer?
Felipe perguntou ao etíope que viajava de volta para a sua cidade após ter ido adorar em Jerusalém: “Entende o que você está lendo?” A resposta foi inteligente: “Como posso entender se alguém não me explicar?”
A Palavra de Deus deve continuar sendo explicada. Paulo diz que em qualquer tempo a Palavra precisa continuar sendo explicada (II Timóteo 4.2). Somente ela é arma poderosa para destruir as fortalezas mentais que se levantam contra o conhecimento de Deus (II Coríntios 10.4-6). Explicando a Palavra no Poder do espírito Santo chegará o dia em que as mentes serão libertas, afinal Jesus declarou que pelo conhecimento existe libertação:

“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”.
João 8.32

Acorda Povo de Deus!
Pr. Joel Stevanatto
O Brasil para Cristo

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

SER EXEMPLO




“servir de exemplo não é a melhor forma de ensinar; é a única forma de ensinar”
Quantas pessoas dizem a outros: Faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço. Elas se esquecem que a melhor maneira de ensinar é por intermédio do exemplo, não apenas das palavras impensadas, sem nenhum poder para influenciar, para mudar.
O cantor Renato Russo disse a sua mãe entes de morrer: “Fiz muita coisa errada, já conversei com Deus sobre o assunto e sei que estou em paz com Ele, mas não me arrependo de nada”. Sua mãe lhe perguntou:
- E se o seu filho fizer o que você fez?
Renato respondeu:
- Ele não é nem louco!
Líderes, apenas, dão ordens a seus liderados e não dão o menor exemplo, são enganadores, mentirosos, não colocam a mão na massa e, ainda, desejam que pessoas honestas, sinceras e motivadas façam parte de sua equipe.
Até mesmo Jesus, o maior mestre de todos os tempos, lavou os pés de seus discípulos como exemplo de humildade. Ele não mandou Pedro e os outros lavarem os seus pés e dos outros.
Conta-se a história de quatro jovens que morreram em um acidente automobilístico, causado pela bebida. O pai de uma das vítimas, ao receber a notícia da morte do filho, chocado pela dor, exclamou:
- “Vou matar o dono do bar que vendeu a bebida”. Indo, porém, ao armário que ele guardava a bebida, encontrou um bilhete, escrito pelo filho, que dizia:
- “Papai, levamos algumas bebidas, estamos certos que o senhor não se importará!”
Falar não é o suficiente para o ensino eficaz, é necessário que, aquele que deseja ensinar, faça o que deseja que os outros aprendam e coloquem em prática em sua vida.
Como você fala de humildade a outros, se é arrogante? Como você fala de paciência, se é estourado e não tem controle? Como você fala que tem que manter bons relacionamentos, se é briguento? Como você fala de sinceridade, se é mentiroso?
Seja um exemplo onde estiver.....

quinta-feira, 1 de julho de 2010

UM HOMEM NÃO PODE FICAR SENTADO À TOA!




“Não ames o sono, para que não empobreças; abre os teus olhos e te fartarás do teu próprio pão” Pv 20.13

Creio que a maioria das pessoas tem sonhos,mas quando conseguem realizá-los?
Larry Walters está entre os poucos que conseguiram isso, sua história é verídica, embora seja até difícil de acreditar nela.
Larry era motorista de caminhão, mas seu sonho era pilotar um avião. Ao completar o segundo grau, ele entrou para a Força Aérea, na esperança de tornar-se piloto. Infelizmente, foi desclassificado devido a um problema de visão. Por isso, quando finalmente completou o serviço militar, teve de contentar-se em assistir a outras pessoas pilotando os jatos que riscavam o céu por sobre o teto de sua casa. Deitado em sua rede no quintal, olhava para o céu e sonhava voar.
Um dia, Larry teve uma idéia, Foi a uma loja que vendia equipamento militar de segunda mão e comprou um tanque de gás hélio e 45 balões meteorológicos. Para quem não sabe, os balões não são balões coloridos usados nas festinhas, são esferas resistentes que, infladas, medem mais ou menos 12 metros de diâmetro.
Em seu quintal, Larry amarrou os balões na espreguiçadeira, que era uma simples cadeira de alumínio, que sempre levava à praia. Prendeu a cadeira ao pára-choque do seu jipe e inflou os balões com o gás. Pegou latinhas de refrigerante e uma espingardinha de chumbo, para estourar alguns balões quando quisesse voltar para a casa.
Fim dos preparativos, Larry sentou-se em sua cadeira e cortou as cordas que o prendiam em seu jipe. Seu plano era subir vagarosamente alguns 70 metros, passar um tempinho no alto, curtir a brisa e depois voltar para a terra firme.
Mais as coisas não saíram como ele planejou.Quando Larry cortou as cordas, ele não subiu vagarosamente. Ele foi lançado como um canhão. Subiu, subiu até que parou a 3.350 metros de altura. Naquela altitude, não podia arriscar-se a estourar um dos balões, pois isso causaria um desequilíbrio e, então, ele voaria de verdade. E assim lá permaneceu, flutuando pelo céu durante 14 horas sem ter a mínima idéia de como desceria.
À medida que o tempo passava, Larry ia sendo levado pela corrente de ar para o corredor de decolagem do Aeroporto Internacional de Los Angeles. Um piloto enviou uma mensagem para a torre de controle dizendo que acabara de passar por um sujeito sentado em uma cadeira a 3.350m de altura, com uma arma no colo.
Já imaginou a reação do controlador de vôo que recebeu a informação?
O aeroporto de Los Angeles fica junto ao mar, e, à noite, os ventos ao longo da costa mudam de direção. Ao cair a tarde, Larry foi levado para o mar pela corrente marinha. Nesse ponto, a Marinha mandou um helicóptero para resgatá-lo.
A equipe de resgate passou por maus momentos. Passou-se bastante tempo, conseguiram ficar acima dele e lançaram uma corda para puxá-lo.
Assim que aterrissou, foi levado preso. Contudo, ao ser algemado e escoltado, um repórter perguntou:
- Sr. Waltres, por que fez uma coisa dessas?
Ele respondeu indiferente:
- A gente não pode simplesmente ficar sentado à toa!
É impossível não admirar a determinação de pessoas assim. Você pode estar dizendo agora que a idéia de Larry é maluca e descabida. Contudo, isso era o sonho dele, e ele Fez o que podia para torná-lo realidade. Contudo, isso não pode ser usado como desculpas para não buscar o que você deseja. VOCÊ NÃO DEVE SIMPLESMENTE FICAR SENTADO À TOA!
Extraído: Motivado para vencer – D. D`Cartio
Pr. Miguel Angelo

quinta-feira, 24 de junho de 2010

"Se o meu povo..."



A mensagem de II Crônicas 7.14 é especialmente dirigida a nós os filhos de Deus. "Se o meu povo..."
1 - Se humilhar - Descer do pedestal. Billy Graham, disse em uma reunião em 1997 no COVE, Centro de Treinamento da AEGB para um grupo líderes que o maior problema do líder é o patamar da escada. Não há mais degraus a subir, mas pela fome de popularidade poder, constrói um especialmente para si, e como não está alicerçado na escada de Deus cai.
2 - Orar - Gastar tempo em oração. É orar com gemidos de dor e não apenas proferir palavras. Deus conhece o meu coração e por isso sabe quando há sentimento em minhas palavras. Pastor David Gomes, ao ser abordado por uma senhora sobre a incredulidade de seu marido não crente, observou: "não vejo lágrimas em seus olhos por seu marido apesar, de dizer que ora por mais de trinta anos”.
3 - Buscar a face de Deus - É buscar a aprovação de Deus. Face significa sabedoria. É uma experiência semelhante a uma criança que olha no rosto do pai para sentir se está sendo aprovado ou não no que está fazendo. Quando aprovamos algo, nosso rosto descontrai os músculos. Como está o rosto de Deus agora diante de tudo o que vem acontecendo em nossos arraiais? Veja Números 6.25: "O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti... O Senhor sobre ti levante o seu rosto".
4 - Se converter de seus maus caminhos - Maus caminhos!? Será!? Os temos, e muitos. Eis aí alguns deles: Caminhos da mentira, da corrupção, da vaidade, do suborno, da prostituição, do adultério, da impureza, da inoperância diante dos imperativos de Jesus, do não reconhecer o senhorio de Cristo, mesmo que digamos com os lábios, da incredulidade, da falta de zelo pelo que é de Deus, da falta de ética, da falta de integridade, do caráter e tantos outros que certamente o irmão pode acrescentar. Seria um bom exercício identificarmos outras dezenas deles.
5 - Então! Que então? Perdoar os nossos pecados e curar a nossa terra, nosso arraial. Após nosso reconhecimento de que necessitamos mudar, Deus pode agir nas coisas impossíveis. Certamente Ele andará conosco para nos ajudar a corrigir o curso da história. Tudo é possível, está escrito. Se está escrito, creiamos e não apenas discursemos. Novamente cito um exemplo de casa: Quando o local em que está construído o Edifício da Fé estava sendo adquirido, o pastor David Gomes foi ao banco para assinar um empréstimo de 550 milhões na época. O gerente, perguntou pelo fiador. A resposta foi: “O fiador é Deus!”. “Pastor, Deus não vem assinar este documento. Necessito de uma assinatura humana!”, retrucou o gerente. “O meu fiador é Deus”, repetiu o pastor David. E prosseguiu: “Se o senhor aceitar Deus como fiador tudo bem; se não, nossa conversa encerra aqui”. Um senhor que estava na sala ouvindo a conversa perguntou ao gerente: “Eu posso assinar?”. “É claro que pode!”, aquiesceu o gerente. Ali Deus fez o milagre. Uma pessoa que nunca ouvira falar do pastor e da Escola Bíblica do Ar serviu de resposta a oração feita por um servo de Deus.
Se o meu povo..
Pr. Geremias Bento - Diretor da Escola Bíblica do Ar

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O GATO DO GURU





Conta a tradição que, na Índia antiga, existia um Guru que costumava se reunir com seus seguidores para orar e também para ajudar os mais necessitados que os procuravam. Assim procediam em todas as suas reuniões.
Ocorre que o Guru tinha um gato. Assim, sempre que todos se reuniam, o gato começava a se enroscar nas pernas dos que ali estavam presentes, perturbando a concentração. Diante do problema, o Guru decidiu amarrar o gato numa árvore. Dessa maneira, sempre que se reuniam para as meditações, amarravam o gato na árvore.
Passou-se o tempo. Morreu o Guru. Assume um outro em seu lugar, e continuava o gato amarrado na árvore. Morreu o gato. Como já estavam acostumados a se concentrar com o gato amarrado na árvore, preocuparam-se em arranjar outro. Passou-se o tempo. Morreu o gato. Arranjaram outro gato. Morreu o Guru, mas lá continuava o gato.
Muitos anos depois, essa seita estava discutindo somente os temas referentes ao tipo de gato sagrado que deveria estar amarrado na árvore; qual a corda sagrada com qual deveriam amarrar o gato? A raça do gato sagrado. Em qual tipo de árvore sagrada se deveria amarrar o gato sagrado etc.
Ou seja, tinham confundido completamente o essencial com o acessório. Não tinham tempo para receber os pobres, os miseráveis, para orar e meditar, porque o importante era discutir a cor do gato, tipo de corda etc.
os tempos atuais, o que fazem as religiões e o que discutem os seus aspectos? Não se pode vestir de preto. Não se pode comer isto ou aquilo. Temos de nos voltar para Meca; Temos que fazer determinados tipo de sinais religiosos. O verdadeiro protestante não pode participar disto ou daquilo. E continua a humanidade a discutir as cores do gato, o tipo de corda e de árvore, esquecidos, no entanto, do essencial que é “o amai-vos uns aos outros” pois tudo o mais nos será dado por acréscimo.

Extraído Do Livro “ Celebrando o amor de Deus”
Pr. Miguel Angelo

quarta-feira, 9 de junho de 2010

DESTA ÁGUA VOLTARÁ A TER SEDE




“Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede”Jo 4.13


Já estávamos caminhando algumas horas, a estrada estava vazia e faltava muito ainda a percorrer. A Língua já se pegava ao céu da boca e a única coisa que vinha a minha mente era: “Uma coca cola bem gelada!!!!!” Mas naquele lugar, nunca!!!!
Para minha surpresa, lá longe, no final do caminho, havia uma barraquinha, aquelas típicas de estrada, construída de madeira e muito rústica. A minha alma se alegrou sobremaneira, porque ali poderia ter a tão sonhada Coca Cola gelada. E tinha mesmo!!!!
Este fato aconteceu há muitos anos, não sei precisar a data, mas o desejo por outras cocas geladas continuaram – é insaciável. Como disse Jesus: Voltará a ter sede.
Por que será que na igreja encontramos pessoas sofrendo do mesmo problema? – “SEDE”. O engraçado é que para estas pessoas também há sempre uma “barraquinha” com a promessa de resolver o seu problema – você sai feliz ,mas não tarda, volta de novo à procura de mais uma oração, mais uma palavra, mais uma promessa e assim vai...

À quantos graus anda teu caminhar hoje? Qual o tamanho da tua sede espiritual? Por que viver de copinhos e de gotinhas de desencontros se você pode ter muito mais? Pois, mesmo que você beba toda Coca Cola que o mundo possa te oferecer, com certeza você voltará a ter sede.
Preste atenção, feche os olhos para ver e esteja bem atento para ouvir, quem se aproxima suavemente, não com um copinho de água, mas, com mananciais de ÁGUA VIVA e uma vez que você beber desta ÁGUA nunca mais terá sede,e o melhor é que você não terá de pagar nada, porque o preço já foi pago por Ele e você pode chamar a atenção, chamando-O de Rei dos Reis, Raiz de Davi, Príncipe da Paz, Salvador, Leão da Tribo de Judá. Ou ainda se você é conhecido Dele só que não lembrava, chame-O pelo nome. E, se você não o conhece ainda, te apresento: quem vem em sua direção é o doce Jesus, beba e seja feliz!
“Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas”. (Jeremias 2:13)
Pr. Miguel Angelo

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Quebrantamento - parte 02


O DESAFIO É: MANTER A FIDELIDADE

MANTER O DESESPERO POR DEUS, independente da situação!
Como Paulo dizia: Eu sirvo a Deus! Eu amo a Deus! Eu me relaciono com Deus! Eu vivo para Deus! No muito ou no pouco, com dinheiro ou sem dinheiro, tendo o que comer ou passando fome, tendo roupa ou estando nu, sendo elogiado ou perseguido, apanhando, com enfermidade estou aqui por Jesus, a minha vida está centrada nele. Eu tenho sede e fome! Tua sede tem de ser igual. Pregando para 5 ou para 5000 pessoas, tua fome tem de ser a mesma!
Apocalipse 3:14-22 (Carta a Laodicéia)
Essa é uma carta convite, onde Jesus convida a Igreja a quebrar esse ciclo, vocês não precisam se esquecer de mim no sucesso ou quando a bênção/ prosperidade chegam. Quebrem esse ciclo, pois vocês podem continuar em minha presença mesmo quando a minha bênção está sobre suas vidas ! Ele identifica uma Igreja que estava morna, mas não desviada ou em heresia. Não é uma Igreja pecaminosa, só estava morna.
Por quê? Porque estava bem abastada, já achava que não precisava de nada e por causa disso deixou de clamar, perdeu o amor, o desespero, a fome. Ela se relacionava com Deus, mas não era nem quente nem fria, era MORNA; e pela sua “mornidão” estava a ponto de ser rejeitada pelo Senhor. E Ele diz: “Vocês acham que estão bem, mas eu conheço as suas obras, vocês estão sendo abençoados e acham que a minha bênção significa que estão sendo aprovados”. E Ele dá uma notícia: “Vocês estão enganados, vocês são pobres, cegos, não enxergam mais nada, só estão vendo aquilo que querem ver, não o que Eu quero mostrar. Vocês estão nus, são uma vergonha. Venham, se arrependam, cubram sua nudez com minhas vestes. Usem meu colírio, pois ainda há tempo de mudar sua história. Usem o colírio para começar a enxergar o que eu preciso mostrar. Se arrependam e voltem a mim, quebrem o ciclo!”

quinta-feira, 13 de maio de 2010

QUEBRANTAMENTO




Uma das grandes ênfases na Igreja nos últimos anos tem sido: o despertar para o avivamento.
Todo cristão que se preze de alguma maneira já consegue discernir uma voz dizendo: “Prepare-se porque um grande avivamento está por vir. Um grande avivamento há de se manifestar na terra; e isso será logo!”
Pessoalmente, consigo sentir que essa onda se aproxima, eu sei que está perto e sei que a nossa geração está incluída nos planos de Deus para esse avivamento.
O avivamento precisa ser desejado porque ele traz a manifestação do Reino de Deus em sua plenitude. Quando o avivamento começa a acontecer há sinais, prodígios, maravilhas, cura, manifestação do sobrenatural, direção profética. O Espírito Santo encontra intimidade em corações que vão andar debaixo de Sua orientação. E quando há avivamento há também temor de Deus.
Se esse avivamento está por vir (escutamos falar há tantos anos), por que ainda não aconteceu? Que está faltando? Quanto tempo ainda nós vamos ter de esperar? Quanto tempo nós vamos ter de esperar para falar a alguém: “não tenho ouro nem prata, mais o que tenho te dou Levanta e anda em nome de Jesus!”- Que falta?
Para a semente germinar precisa de luz, calor, água, condições adequadas para que possa frutificar. E para o avivamento se manifestar quais são as condições ou o ambiente, que tipo de preparo a Igreja precisa ter?
A história dos avivamentos conta que o fogo de Deus sempre desceu onde encontrou madeira seca, pronta para ser queimada. O fogo só desce onde encontra material inflamável, ou seja, Deus vem onde é desejado.
Ele vem sobre uma geração quando Deus encontra nesta um QUEBRANTAMENTO, quando os homens chegam a um nível de desespero por Sua presença e o transforma em clamor.
Charles G. Finney diz: “Quando esperar um reavivamento?”
- Quando existe falta de amor fraternal e confiança entre os crentes.
- Quando existir dissensões, ciúmes, rumores maldosos entre os crentes.
- Quando existir um espírito mundano na igreja.
- Quando o mundo passa a ser mais importante do que as coisas de Deus.
- Quando a igreja encontrar seus membros caindo em pecados escandalosos e indecentes.
- Quando os crentes são negligentes.
Creio que estamos vivendo um momento como igreja cristã no Brasil, quem sabe no mundo, que precisamos voltar os nossos corações para Deus. Precisamos reconhecer os nossos pecados como igreja e clamar para que Deus tenha misericórdia de nós.
Eu estava em minha hora devocional buscando a Deus em sua Palavra. O livro de Neemias já aberto no capítulo 09, mas os meus ouvidos escutaram uma voz dizendo: ” Daniel 09”. Eu disse: Deus, é Neemias e não Daniel. Mas, a minha obediência me fez abrir em Daniel 09. Quando comecei a ler, a minha alma foi tomada de um sentimento de dor, confissão de pecados e clamor para que Deus tenha misericórdia.
O interessante é que Neemias 09 também é uma oração pelos pecados do povo. Tanto em Neemias como em Daniel encontramos o “quebrantamento” como caminho para tocar o coração de Deus

“Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus”. Sl 51.17
Vamos tratar deste assunto nas próximas pastorais. Precisamos aprender o que significa quebrantamento.

Com Carinho
Pr. Miguel Angelo

quarta-feira, 12 de maio de 2010

As pedras grandes e o vaso




Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras grandes dentro.
Então perguntou a classe:
- Está cheio?
Unanimemente responderam:
- Sim
O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos: - E agora, está cheio?
Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim
O professor então levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos.
Pela terceira vez o professor perguntou:
- Então, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:
- Sim
O professor então mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá 'espremer' dentro mais coisas
- Não - respondeu o professor - o ponto é o seguinte:
A menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar lá dentro. As pedras grandes são as coisas importantes de sua vida: sua espiritualidade, sua família, namorados(as), seus amigos(as), seu crescimento pessoal e profissional. Se você preencher sua vida somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

Pão com Manteiga




Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"

Moral da história:

1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...

2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...

3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.

4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.



PS: Tão simples como um pão com manteiga!



Será que vc pode me dar o meu pedaço hoje?

Diga o Que Você quer. Não Tente Adivinhar O Que O Outro Pensa!

Isso é assim mesmo.

Nunca falamos o que sentimos.

Estamos sempre comendo a casca deixando o miolo.

Vamos falar o que sentimos para ter uma vida melhor, sem brigas, com amor e carinho.

terça-feira, 13 de abril de 2010

NÃO CONSTRUA SOBRE O LIXO



Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. Mateus 7.24-27.

A tragédia do “Morro do Bumba” é um claro exemplo do perigo de construir sobre lixo. Sem entrar em detalhes de aspectos políticos e ambientais, quero refletir sobre a advertência que recebemos de Jesus em seu sermão do Monte.
Jesus chama de “homem prudente” aquele que pratica a Palavra. Algumas pessoas erram em pensar que neste texto a rocha seria Jesus, mas a verdade é a prática de sua Palavra – ouvir e praticar. A Palavra de Deus é divinamente inspirada para nos ensinar, repreender, corrigir e instruir na justiça – a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado. 2 Tm 3.16-17
Vamos imaginar que o terreno que Deus quer construir seja o seu coração ( mente ). Vamos imaginar que você, como eu, se converteu a Jesus na sua adolescência, ou já homem ou mulher formado. Vamos imaginar que como eu, você também viveu uma vida contrária a vontade de Deus e que o terreno para esta construção está com lixo acumulado pelos anos. Você acredita que Jesus faria vistas grossas, jogaria uma camada de terra para cobrir o lixo e construiria uma morada para Ele ficar? É claro que NÃO!
Primeiro, porque Jesus gosta de cheiro bom - somos o bom perfume de Cristo - e o cheiro que sai deste lugar é de matar. Depois, Jesus é prudente, Ele não colocaria as nossas vidas em risco. E por último, quem está em Cristo é nova criatura, as coisas velhas já passaram... –2 Cor 5.17
O problema é que existem pessoas que ignoram as advertências e tentam construir a sua “nova vida” em terreno cheio de lixo. O lixo que menciono, são as práticas do velho homem – Gl 5.19-21, Ef 4. 22- 5.18. Estas pessoas são imprudentes e pior, vivendo assim, colocam em riscos os demais que imitam o seu estilo de vida. A ocupação do Morro do Bumba não aconteceu do dia para a noite.
Os nossos corações precisam ser descontaminados do pecado. Jesus tem poder para limpar a sua vida de toda a imundícia. Você pode perguntar: “Há condições de uma pessoa como eu ser limpa?” Então eu digo que sim. Se Saulo ( apóstolo Paulo) teve a sua vida totalmente transformada, como a sua não seria?
Meu querido, não tente construir a “nova vida” sobre o lixo do passado. Peça a Deus que limpe o seu coração, que remova todo lixo seja ele emocional, físico ou espiritual. Não tenha pena - GRANDE PODE SER A SUA RUINA.


Com carinho
Pr. Miguel Angelo Fiorini Junior

A tragédia não é o lixão: é a má política



Sérgio Abranches

A tragédia de Niterói é apenas mais uma que não deveria ter ocorrido. Mas ocorreu e outras ocorrerão, diante da omissão da autoridade pública no país. Infelizmente, é apenas mais uma – e grande – de uma lista que pode crescer e com número ainda maior de vítimas.Primeiro de tudo é preciso fazer distinções. Essa tragédia aconteceria sem chuva, em algum momento. Ela era provavelmente iminente e foi apenas precipitada pelas chuvas. Não é, exatamente, uma tragédia humana decorrente de uma anomalia climática: chuvas mais intensas e volumosas que a média. É uma tragédia política. E uma tragédia ambiental.

É resultado de absurdo descuido ambiental e sanitário. Lixões a céu aberto são uma anomalia política. Simplesmente não deveriam existir mais. Lixão regulamentado por prefeituras é lixão. Igualzinho os lixões clandestinos. Eles contaminam o lençol freático, criam riscos graves à saúde pública e emitem metano, poderoso gás de efeito estufa. A única forma adequada de dispor o lixo é em aterros sanitários, depois da separação de todo material reutilizável, reciclável e de alta toxicidade. Aterros tecnicamente bem feitos, com adequada impermeabilização e isolamento e respeito aos limites de carga e segurança.

Seja lixão aterrado, seja aterro sanitário técnico, não é para construir habitações nesse terreno. Ele não tem consistência estrutural. É cediço. Vai ceder com o peso, mais cedo ou mais tarde. Ele já passa por um processo de acomodação permanente por causa de alterações físico-químicas na massa de lixo. Nesses casos, não pode ser proibido proibir.

O tratamento adequado do lixo cria valor e reduz risco. O mal tratamento do lixo, mata. Não é preciso esperar a aprovação da lei de resíduos sólidos e a implementação do plano nacional de resíduos sólidos. Acabar com lixão é decisão que se impõe por razões morais, sanitárias, humanitárias, ambientais, climáticas e econômicas. O metano pode ser usado para gerar eletricidade e esse é um projeto que se enquadra no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, podendo gerar créditos de carbono. Já há um funcionando assim em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. Podem atender ao consumo de eletricidade de perto de 300 mil pessoas cada um.

Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o IBGE informa, em seus indicadores de desenvolvimento sustentável, que em 2000, o Brasil coletava 230 mil toneladas de lixo comercial e residencial. Destes, 59,5% iam para lixões. Vários levantamentos, em locais diferentes do país, indicam que menos de 20%, em média, do lixo reutilizável e reciclável, é, de fato, reutilizado e reciclado. A maior parte é inutilizada ao ser enterrada nos lixões a céu aberto. E não imaginem que a situação nos estados mais ricos é melhor. Isso não tem a ver com a riqueza dos estados, tem a ver com a pobreza da política. O índice de tratamento inadequado de lixo em São Paulo, em 2000, era de 57,6% e o do Rio de Janeiro, de 54,1%, muito pouco abaixo da média. Em Minas Gerais, era de 62%, acima da média nacional. Santa Catarina tinha a melhor marca, de 46,3%, ainda assim, escandalosamente alta. O Rio Grande do Sul ficava um pouco abaixo da média, com 50,4% e o Paraná, ligeiramente acima, com 61%. Em resumo, um vício nacional. Isso há 10 anos. Deve ter piorado: certamente aumentou a tonelagem de lixo recolhida e não aumentou proporcionalmente a parcela que é adequadamente disposta.

Precisa apenas bom senso e sentido de responsabilidade social para saber que não se pode construir moradias, ainda mais com processos construtivos precários, em cima de lixões ou em encostas. O que aconteceu no morro do Bumba, em Niterói, é apenas inaceitável. Era um monte de lixo, um lixão desativado em 1986, sobre o qual, como conta Míriam Leitão, em seu blog, jogaram uma fina camada de terra, para espantar os urubus.

O prefeito, Jorge Silveira (PDT-RJ), em entrevista ao Bom Dia Rio, disse que, no seu primeiro mandato, viu começar a ocupação do Bumba. Ele sabia que tinha sido um lixão, mas havia sido informado que era velho, estava consolidado e que lhe tinham dito que não havia problema. Era óbvio que tinha problema.

Vejam só. Foi complacente com uma ocupação irregular, de um terreno sob o qual havia um lixão. E aceitou a informação de que não havia risco. Certamente não consultou os engenheiros e urbanistas da Universidade Federal Fluminense, que lhe teriam informado que havia risco, sim. No seu segundo mandato, já havia alertas e diagnósticos sobre o risco daquela ocupação. Ela já havia aumentado muito e ele continuou sendo complacente e displicente. No terceiro mandato, assistiu à tragédia humana pela qual foi, em boa parte, responsável. Disse que, nessas situações sempre se procura um culpado e que ele, então aceita, como prefeito ser responsabilizado. Não é porque a imprensa e a opinião pública procuram culpados que ele é responsável. É responsável pelas decisões que tomou e pelas que não tomou.

Perguntado porque não providenciou a relocalização daquela população, o prefeito foi vago. Mas dava para perceber duas idéias: as pessoas não querem sair daqueles lugares e não dá para forçar.



Não querem porque não lhes é oferecida alternativa: moradia digna com serviços urbanos e transporte. Obrigação mínima de qualquer autoridade pública. O governo federal, todos os governos estaduais e as prefeituras das maiores cidades prometem habitação popular nas campanhas e constroem casas populares – menos do que prometem – mas sempre constroem. Mas essas casas são distribuídas por critérios políticos. Não porque fazem parte de uma política urbana estratégica, de desabitar áreas de risco e de eliminar moradias precárias. Essas populações, que são as verdadeiramente necessitadas, nunca são atendidas. Não são vítimas de sua própria teimosia. Não são vítimas do ambiente, nem do clima. São vítimas da má política. Eu vi, na televisão, vários depoimentos sobre pessoas que morreram e que estavam se preparando para deixar as casas, porque sabiam do risco. Houve, até, o caso de uma senhora, que deixou sua casa no topo do morro, por causa do risco de desabamento e alugou outra ao pé do morro. Morreu soterrada. Não teve orientação, nem alternativa.

Os problemas urbanos e ambientais do Brasil todos têm solução conhecida. As áreas de risco estão identificadas. Os erros de gestão já foram apontados reiteradamente, pelos especialistas e pela imprensa. Os riscos futuros mais evidentes, relativos à mudança climática, já foram definidos. Não há razão para não agir.

Há muito clientelismo na origem das omissões das autoridades. No Brasil, a política urbana sempre esteve a cargo de políticos clientelistas, em todos os níveis. Sempre fez parte do loteamento político. Por isso o Geddel Vieira Lima era o ministro da área e pode, segundo o Tribunal de Contas da União enviar 64% das verbas para prevenção e preparação para desastres para seu estado, a Bahia. Elas devem pavimentar sua campanha para governador. Se ele tiver chance de vitória, talvez a alocação tenha sido premonitória.

O presidente Lula chamou de irresponsáveis aqueles que disseram ter havido essa concentração indevida de recursos na Bahia e que o Rio só levou 0,9% dessa parte do orçamento. Irresponsável é não verificar, não punir e ainda justificar o uso clientelista de um recurso que já é pouco e se torna cada vez mais estratégico. O TCU foi mais que responsável, cumpriu sua obrigação constitucional. A imprensa que divulgou seu relatório fez o que tem que fazer, tornar público o que se quer esconder.

Há, também, demagogia em parte do movimento social que desconsidera os riscos e defende a permanência da população em áreas inadequadas, como se fosse um direito. Não é. Quando há risco, a ocupação deve ser vedada e isso é da obrigação democrática dos governantes. A população tem direito a boas políticas, não à maquilagem ou a formalização do irregular e do informal, desconsiderando o risco e o bem estar coletivo.

As honrosas e ocasionais exceções de ações urbanas de qualidade e de medidas preventivas que existem, em uma ou outra cidade, servem de ilustração para o que pode ser feito.

Parece complicado, mas é simples. Complicado é aceitar essa degradação absoluta de nossa cultura política, a perda completa da noção de gestão planejada, o abandono total das rotinas de manutenção de equipamentos urbanos críticos e a imprevidência e complacência generalizada das autoridades. O Brasil vive hoje uma extensa patologia política, esta sim muito difícil de curar. Não é bom fingir que nossa democracia vai bem. Ela vai muito mal e isso é um risco para a democracia e para o bem estar coletivo