quinta-feira, 30 de abril de 2009

Uma Única Faísca




Princípios modernos de negócio podem ser úteis, porém, a Palavra de Deus é mais alta. Evangelismo não pode ser substituído por estatísticas. A igreja é negócio de Deus. Ele é o cabeça e quer que ela funcione do Seu jeito, uma vez que nos deu instruções suficientes.

Um livro recente sobre o Crescimento da Igreja usado em uma escola profissionalizante mostrou a estatística das expectativas da igreja. Foi considerado o número de pessoas ao redor da igreja, ou na cidade, e deu o tipo de resposta que havia. Foram estabelecidos alvos, adaptando a mensagem para diferentes classes de pessoas. Essa era uma boa tática usada em propaganda. O Sucesso era baseado na experiência do negócio e pesquisa de mercado. Gastar muito dinheiro e alcançar muitas pessoas, no entanto, a fé não se encaixa nesta perspectiva.

O Evangelho não é uma mercadoria para ser vendida como comida enlatada ou
detergente. Ele é uma dinamite, explosivo, ‘lançando fogo na terra’. Uma única faísca pode começar um fogo na pradaria. Os efeitos disso são incalculáveis. Simplesmente pregue. “Meus pensamentos não são os vossos pensamentos”. Deus não tem alvos, limites e nem meios termos.


O efeito do nosso trabalho não pode ser calculado em números, nem mesmo por experiências anteriores. De acordo com a experiência anterior na África, logo que fui mandado para uma base da missão, a norma geralmente era ganhar uma alma por ano ou, quem sabe, por mês; além do mais, eu viajava metade do dia para pregar em uma reunião com cinco pessoas. Mas algo continuou retumbando em minha mente “Toda a África! A África inteira pode ser salva. A África manchada de sangue poderia ser uma África lavada pelo Sangue de Jesus.” Estamos na metade desta década e, somente em nossas campanhas, 40 milhões de pessoas preencheram um cartão com seus dados confirmando a decisão que fizeram por Cristo.

Por meio de cálculos sobre o Crescimento da Igreja e fatores científicos vimos que os primeiros discípulos não tiveram a chance de serem flocos de neve na fumaça. Eles eram cordeiros no meio de lobos, no entanto, Cristo os investiu com um novo potencial, o qual deve ser reconhecido e levado em consideração nos dias de hoje. Este é o ponto principal, incalculável, com resultados que vão além de expectativas naturais e estatísticas normais. Eu recomendo como a nova força vencedora; a única que foi ou é capaz de mudar o mundo: o Espírito Santo!


Cristo é o Salvador de todos os homens, especialmente para aqueles que crêem. Jesus disse, “Eu vim para que O MUNDO seja salvo”. Essa é a mente de Deus e deveria ser a nossa, pois é o Seu mandato. Deus jamais poderá ser ultrapassado e ninguém é capaz de ter pensamentos maiores do que Ele. Entretanto, o que Ele pensa, Ele mesmo torna possível. Ele veio para salvar o mundo e este pode ser salvo. A América, Europa e os cinco Continentes podem ser lavados pelo precioso Sangue de Jesus. Deus é o Deus de toda a Terra. Que todas as nações jubilem. O nosso único alvo é que “Todo joelho se dobre”. Nosso poder é o Espírito Santo e nossa espada é a Palavra de Deus: “Pede-me e te darei os gentios por sua herança.”. Esta é a promessa para Seu Filho, como também a nós, pois somos Seus herdeiros.

Reinhard Bonnke

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Sucesso dos Pequenos Grupos



A mera implantação do programa não garante o êxito, que somente é conseguido através de compromisso missionário das pessoas, liderança competente, visão e fé.
Os resultados alcançados até aqui indicam que os pequenos grupos estão se consolidando como uma importante contribuição para o cumprimento da missão e preparo da igreja para seus últimos dias na Terra, e seus dias de glória no Céu. Aliado aos expressivos resultados, um otimismo tem tomado conta das igrejas que vivem a experiência, tornando sua recomendação altamente necessária e convincente; principalmente considerando-se as mudanças sociais por que o mundo está passando.
Por outro lado, algumas perguntas importantes estão surgindo e necessitam de respostas sinceras: Trarão os pequenos grupos mudanças significativas e definitivas para a igreja? Teremos, enfim, a igreja dos sonhos? Resistirão os pequenos grupos à fase de empolgação inicial e realmente serão consolidados como um método revolucionário de conquista de conversos? Contribuirão eles para o reavivamento e fortalecimento da igreja nos últimos dias? Tornar-se-ão um estilo de vida eclesiástica?
O sucesso dos pequenos grupos depende de dois fatores básicos. O primeiro está diretamente relacionado ao seu gerenciamento; e esse depende da visão, da paixão e da disponibilidade das pessoas que lideram a igreja local. A mera implantação dos pequenos grupos não garante o sucesso. Não é como um programa de computador que dá as mesmas respostas em qualquer aparelho compatível. Os pequenos grupos dependem de pessoas, de liderança, de visão e de fé. Isso não seria uma deficiência, mas a condição de sua qualidade.
Os pequenos grupos têm sido implantados em centenas de igrejas e o resultado é diferente, porque as igrejas são diferentes. As diferenças não são mera questão de circunstância, mas aparecem por duas razões: 1) As igrejas têm características diferentes que precisam ser respeitadas. 2) Os princípios de implantação e funcionamento de pequenos grupos precisam ser seguidos. Não podemos confundir princípios com conceitos ou estratégias. O princípio é universal e não muda; aplica-se aos pequenos grupos de qualquer região ou país. Os conceitos são idéias gerais e parciais que podem ser alteradas. E as estratégias são formas de atividades de aplicação local e específica. Os pequenos grupos se movimentam através de princípios que, de acordo com os conceitos aplicados, utilizam-se de determinadas estratégias.
A verificação se os princípios, conceitos e estratégias estão sendo bem aplicados é feita através dos resultados. Embora não possamos esperar precisão matemática, podemos esperar uma considerável diferença, por melhor, nas igrejas que vivem em pequenos grupos. Se eles foram implantados e nenhuma mudança ocorreu, a vida e os indicadores da igreja permanecem inalterados, então alguma coisa precisa ser revista, antes de responsabilizar ou comprometer a credibilidade do projeto. Não podemos dizer que o modelo dos pequenos grupos não funciona porque em algum lugar não deu certo. Caso eles não tenham se desenvolvido como deveriam, ou os resultados tenham sido aquém do esperado, certamente houve falhas, mas não significa que não servem para determinada igreja por serem incompatíveis com suas características. Quando isso ameaça acontecer, faz-se necessário rever o processo. Verificar se os princípios foram seguidos, se os conceitos estão ajustados, se a estratégia utilizada foi adequada, se os passos de implantação foram corretamente seguidos, se houve assistência eficaz, se as condições foram preenchidas com competência, amor e fé.
Os pequenos grupos se desenvolvem como processo e se estabelecem como um sistema. Sua evolução passa por um reavivamento espiritual que promove o envolvimento dos membros nas práticas evangelísticas, o que resulta em batismos e redução da apostasia. Passa pelo surgimento de uma consciência coletiva quanto à sua importância para a vida dos membros, da família e da igreja. Quando isso acontece, podemos dizer que a implantação do projeto foi um sucesso. A igreja não apenas tem pequenos grupos, ela está em pequenos grupos, vive em pequenos grupos. Então podemos dizer que pequenos grupos são um estilo de vida.
Embora muitas igrejas estejam operando em pequenos grupos, é necessário considerar as diferenças nos resultados numéricos e qualitativos. Na maioria delas, os membros estão felizes e satisfeitos. Mas há igrejas que não tiveram alterados seus indicativos tais como batismos, apostasia, reavivamento, dízimos e ofertas. O que teria ocasionado essa diferença de resposta? Por que algumas igrejas com pequenos grupos não “decolaram”? Por que outras abortaram o processo? Espera-se que uma idéia divina sempre dê certo e atinja objetivos extraordinários.
O aspecto espiritual inclui uma vida de oração e de consagração dos seus líderes. A conseqüência é uma igreja reavivada. Desenvolvimento espiritual e crescimento numérico devem caminhar juntos nos pequenos grupos. Nem uma só coisa, nem só outra; mas ambas, e ao mesmo tempo. Os pequenos grupos não podem ser transformados em um braço mecânico do trabalho missionário, sob pena de causar grande frustração. Igrejas que os implantam com a única finalidade de ampliar o número de batismos podem acabar se perdendo no processo.
Um pragmatismo urgente poderia sugerir que os pequenos grupos não perdessem tempo buscando reavivamento; que deveriam ser formados para atuar imediata, direta e exclusivamente no evangelismo. Entretanto, não podemos desconsiderar o fato de que, não é possível haver reavivamento sem a conseqüente transformação de vidas. E não há transformação de vidas sem que nasça, concomitantemente, o fervor missionário. Está demonstrado historicamente que sempre que ocorreu algum reavivamento, em qualquer época e lugar, houve paralelamente grandes resultados evangelísticos.
Para o cumprimento da ordem evangélica: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura”, Jesus garantiu a provisão de poder (Mar. 16:15; Atos 1:8). Os discípulos entenderam que a condição para pregar o evangelho era o cumprimento dessa promessa de Cristo. Voltaram para Jerusalém e, unidos, buscaram ardentemente o poder prometido (Atos 1:12-14). Tiraram do meio deles toda diferença e discórdia, estavam do mesmo parecer, então ocorreu o inevitável: Deus derramou sobre eles o poder do Espírito Santo (Atos 2:1-4). Foi mais do que uma emoção comovente; foi a habilitação definitiva para a pregação do evangelho. Logo após receberem a unção do Espírito, saíram para pregar. E não surpreende que “quase três mil pessoas” se converteram em um só sermão (Atos 2:37-41).
É o poder do Espírito Santo que nos dá a garantia de êxito na pregação do evangelho. Cristo nos desafia e promete: “pedi, e dar-se-vos-á” (Lucas 11:9). Os recursos, as técnicas, bons métodos podem nos auxiliar, mas o que fará mesmo a diferença é o poder do Espírito Santo na vida do crente, do pequeno grupo e da igreja. Se a igreja dos nossos sonhos é parecida com a igreja apostólica, então devemos procurar imitá-la. Devemos orar como os primeiros cristãos oraram, buscar o poder como eles buscaram e trabalhar como eles trabalharam. Se assim fizermos, certamente, logo receberemos o mesmo poder que eles receberam e concluiremos a obra que eles iniciaram. Temos um modelo na Bíblia, temos orientações inspiradas, sabemos como fazer. Cabe-nos tomar a decisão de ser. Ser a igreja dos nossos sonhos é ser como era a igreja apostólica.
Revista Ministério - Novembro/Dezembro 2003

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Holandês constrói réplica da Arca de Noé



Um homem holandês chamado Johan Huibers decidiu criar uma réplica da arca de Noé nas medidas descritas no livro de Gênesis da Bíblia Sagrada. Essa réplica foi inaugurada em Schagen, Holanda.

Segue abaixo a galeria de fotos da réplica da Arca de Noé:



A grande porta central do lado da Arca de Noé foi aberta para a primeiro grupo de curiosos de gente da cidade apreciar a maravilha. Claro, é apenas uma réplica da arca bíblica, construída pelo criacionista holandês Johan Huibers como um testemunho da sua fé na verdade literal da Bíblia.



A Arca tem 150 côvados de comprimento, 30 côvados de altura e 20 côvados largura. Ou seja, dois terços do comprimento de um campo de futebol e tão alta como três casas. Modelos de tamanho natural de girafas, elefantes, leões, crocodilos, zebras, bisões e outros animais saudam os visitantes à medida em que eles vão chegando.

Empreiteiro de profissão, Huibers construiu a arca de cedro e pinho. Os estudiosos da bíblia discutem sobre qual, exatamente, foi a madeira utilizada por Noé..

Huibers fez a maior parte do trabalho com sua próprias mãos, utilizando ferramentas modernas e com a ajuda ocasional de seu filho, Roy. A construção começou em maio de 2005. No pavimento superior ainda não coberto, não terminado a tempo para a abertura - haverá um mini-zôo, com cordeirinhos, galinhas, caprinos e um camelo.



Os visitantes no primeiro dia ficaram impressionados. «Isto é uma redescoberta do passado”, afirmou Mary Louise Starosciak, que, de férias, passeava de bicicleta com o marido, quando viram a Arca surgindo imensa sobre a paisagem local.



“Eu conhecia a história de Noé, mas eu não tinha idéia de que o barco teria sido tão grande. Há espaço suficiente na quilha para umas 50 cadeiras num cinema onde as crianças podem assistir a um vídeo que conta a história de Noé e sua arca”. Huibers, um homem cristão, disse que espera que o seu projeto vá renovar o interesse pelo Cristianismo na Holanda, onde a igreja encolheu dramaticamente nos últimos 50 anos.
Fonte: - blogdaana.wordpress.com/2009/04/

sexta-feira, 24 de abril de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Recuperando Valores




Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma dracma, não acende a candeia, e não varre a casa, buscando com diligência até encontrá-la? Lc 15.8

Está parábola conta a história de uma mulher que possuindo dez dracmas e perdendo uma, a procura até achar. A mulher varreu a casa, arrastou os móveis, procurou em todos os cantos e não se deu por vencida enquanto não encontrou.
Poderíamos dizer que está mulher estava recuperando um valor perdido. Mesmo sabendo que tinha nove dracmas, foi atrás desta única. Você já percebeu que quando ela achou a dracma perdida, ela deu uma festa? Chamou a suas amigas para se alegrar com ela.
Posso afirmar que já perdi muitas coisas de valor em minha vida. Hoje sei que eram valiosas, pois as faltas que me fazem, só agora consigo perceber. Para muitas coisas achamos que há substituto, mas na verdade não há.
As lições que aprendo com está parábola:
1- Os valores são perdidos em casa.
As famílias não são mais as mesmas, os valores familiares mudaram. Antes filhos obedeciam os pais, agora filhos mandam em seus pais, agridem seus pais. Houve um tempo que pais eram exemplos para seus filhos, agora nem exemplo são mais.
2- Procure até achar.
O que você faria se tivesse dez e perdesse uma? Hoje vivemos na era do descartável. Não deu certo, troca. Quebrou, compra outro. Não nos damos o luxo de persistir , perseverar por alguma coisa, lutar até ver acontecer. Chamo isso de “geração do R$ 1,99”.
Há coisas em nossa vida que só viram depois de muito esforço. Muita procura. Quando você vê um atleta vencendo uma competição, recebendo a medalha de ouro, tenha certeza que esta glória não veio com preguiça, mas com muita dedicação, determinação e abdicação.
3- Alegria
Sabe o que mais tem faltado em nossa vida? ALEGRIA!!!!
Perdemos a capacidade de festejar as pequenas coisas. Só damos importância as coisas “Grandes”. As coisas que estão envolta da palavra “SUCESSO”. Não celebramos mais o simples, tem que ser mega, hiper, blaster...
Quanto vale uma dracma? Valor de uma esmola, talvez uma gorjeta. Era isso que valia, mas esta mulher se alegrou. Digno de chamar as amigas para se alegrar com ela.
4- Acenda a Luz
Acender a luz é sempre a primeira providência de quem quer encontrar algo que foi perdido. Ninguém, em sã consciência, desejando encontrar algo que foi perdido, o faz no escuro. Há necessidade de acender a luz. Precisamos da presença de Jesus para iluminar o ambiente da nossa casa onde perdemos a nossa dracma. Sem essa luz é impossível encontrar o que estamos procurando. Há casas em que esta luz está apagada há muito! No decorrer dos anos, essa luz foi se apagando, foi se tornando opaca, foi perdendo o brilho, até se apagar de vez; porque Jesus não tem sido colocado em destaque. A luz precisa ser colocada em um lugar alto, no velador, para iluminar todo o ambiente. É possível que Jesus tenha sido colocado em um lugar de pouco destaque em nossa casa, por essa razão não tem iluminado todo o ambiente. Assim se torna impossível encontrar a dracma que perdemos. Acendamos a luz da nossa casa para que tudo esteja às claras e possamos encontrar as coisas que foram se perdendo no decorrer dos anos, tais como: A fé, a esperança, o amor, a alegria da vida, o prazer em viver, a alegria em celebrar a Deus.
É extremamente necessário acender a luz para encontrarmos a dracma que perdemos.
Em João 8:12 está escrito: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida."

Pr. Miguel Angelo

Charge

DESTINO



“Imediatamente após, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado...”Mt 14.22



Quero abordar este tema, não no aspecto místico, passivo- “sorte ou azar”, mas no aspecto ativo, como direção, ponto de partida e chegada, busca e enfrentamento.

Jesus colocaria de modo deliberado os seus discípulos em uma tempestade? De acordo com o texto, sim. Jesus insistiu com os seus discípulos. Jesus examinou e determinou que fossem. Jesus sabia que uma tempestade estava se formando? De acordo com a onisciência de Deus, sim. Então, por que Ele deixou que isso acontecesse?

Creio que Jesus estava ensinando os seus discípulos a confiar no destino que ele mesmo determinou – “ para o outro lado “. Uma coisa é andarmos nos caminhos que nós determinamos e outra, nos caminhos que Deus determinou para nós.

Então, se andarmos nos caminhos determinados por Deus não vamos ter problemas? Vamos ter problemas. Mas, estaremos sob os cuidados de Jesus.

Jesus não estava no barco mas...

· Viu que os discípulos estavam com dificuldades;

· Viu que havia vento contrário;

· Viu que estavam com sentimento de solidão;

· Viu que estavam com medo.



A história diz que eles chegaram a Cafarnaum, o destino estabelecido por Jesus, mesmo com todos os problemas. Problemas não quer dizer erro, falta com Deus ou pecado. As tempestades alimentam a nossa fé e nos leva a outro nível de relacionamento com Deus.



Mesmo que você hoje não encontre Jesus em seu barco, creia que Ele está olhando você.



Pr. Miguel Angelo

Culto de Páscoa

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Trabalho em Equipe



“Nunca esqueça que a vaidade é inimiga do espírito de equipe.” Bernardinho - Técnico da seleção brasileira de voleibol masculino

“O que une uma equipe é quando um cobre as fraquezas do outro.” Phil Jackson - treinador de basquete da era de ouro do Chigago Bulls de Michael Jordan e atual técnico do Los Angeles Lakers

“Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso, e trabalhar em conjunto é a vitória.” Henry Ford

“Como é bom e agradável que os irmãos vivam em união” Rei Davi

Trabalhar em equipe é o segredo, mas isso não significa que será fácil. Em todas estas esferas, o grande desafio é tornar o seu grupo em uma equipe. Seja onde for, nos esportes, no trabalho, na escola ou na própria igreja.

No mundo das idéias tudo é muito tranqüilo, mas no exercício, as coisas complicam um pouco. E complicam porque todos têm uma visão diferenciada sobre o assunto. Quando pensamos em uma equipe, pensamos como um casamento perfeito, mas não existe casamento perfeito – será que ninguém avisou você?? Na verdade, em nossa cabeça as coisas andam de uma maneira muito correta, sem problemas e contra tempos. Não há espaço para divergências.

Como seria bom se fosse assim. E por que não é? Porque quando entra no real e concreto, aí sim há divergências, contra tempos e problemas. É claro que este problema poderia ser minimizado ou extirpado. Por exemplo:

Na equipe não pode ter espaço para individualismo, personalismo, exclusão, preferências, gostos, orgulho, protecionismo, paternalismo e outros “ismos” por aí afora.

Como o apóstolo Paulo disse a igreja em Éfeso: “... todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda a junta, segundo a justa cooperação de cada parte... 4.16

ü Todo o corpo - Todos são importantes

ü Bem ajustado - Perfeição

ü Consolidado – Sólido, tornar forte.

ü Auxílio – Ajuda, amparo, socorro.

ü Junta – Articulação, União.

ü Justa cooperação - Prestação de auxílio para um fim comum. Nem mais , nem menos.

ü Cada parte – Estratégia

Que tal começarmos orando por isto. Você pode ajudar colocando diante de Deus estes propósitos.

Pr. Miguel Angelo

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Manassés e Efraim



“José ao primogênito chamou de Manassés... Ao segundo chamou-lhe Efraim”. Gn 41. 51a,52a



José era um dos doze filhos de Jacó. Por causa do tratamento diferenciado que o pai dava a ele, despertou ciúmes em seus irmãos. Certo dia seus irmãos tramaram matar José, mas Rúbem intercedeu por ele e quando ia passando uma caravana dos ismaelitas para o Egito, resolveram vender José como escravo.

Já no Egito, foi comprado por Potifar, oficial de faraó, no qual trabalhou em sua casa. Na casa de Potifar foi acusado injustamente de possuir a sua esposa e foi lançado na prisão. Na prisão, José foi bem sucedido mas ficou esquecido por muitos anos. Foi chamado pelo Faraó para revelar um sonho e foi posto como o segundo homem mais importante do Egito. Deus cumpre o sonho que havia revelado a José quando ainda era um adolescente.

José foi o personagem que viveu com intensidade os extremos em sua vida. Era amado e foi odiado, era livre e foi preso, era esquecido e foi exaltado. José reuniu todas as coisas para fazer dele um homem problemático, cheio de traumas, revoltas, justificativas para não crescer.

Porém, José revela o seu interior quando coloca os nomes em seus filhos. O primeiro se chama Manassés, que quer dizer: “Deus me fez superar as dores” – Aleluia!!! José está dizendo que era um homem curado. O seu passado não dirigia o seu futuro. Deus fez ele esquecer da injustiça de seus irmãos, de Potifar, do carcereiro e tantas outras. José não era um “cara problemático”. Ao segundo filho José chamou de Efraim, que quer dizer: “Deus me fez prosperar”. José foi bem sucedido na terra da aflição – Egito – e se tornou o segundo homem mais importante.

Meus amados, creio que todos nós precisamos ter um Manassés em nossa vida - Deus me fez superar as dores. Ninguém pode passar por esta vida sem enfrentar dores e injustiças. Ninguém passa ileso. E precisamos ter um Efraim – prosperar. Quero dizer a você que quando superamos o passado, prosperamos, porque nada mais nos impede.

Manassés e Efraim é o meu desejo para você.





Pr. Miguel Angelo

Trio da Pesada ...

 
Posted by Picasa

terça-feira, 14 de abril de 2009

Igreja – A porta do céu na terra



“Então sonhou: estava posta sobre a terra uma escada, cujo topo chegava ao céu; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela; por cima dela estava o Senhor, que disse: Eu sou o Senhor, o Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra em que estás deitado, eu a darei a ti e à tua descendência; e a tua descendência será como o pó da terra; dilatar-te-ás para o ocidente, para o oriente, para o norte e para o sul; por meio de ti e da tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.
Eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; pois não te deixarei até que haja cumprido aquilo de que te tenho falado.
Ao acordar Jacó do seu sono, disse: Realmente o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia.
E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus”.
Gn 28.12 – 17

Foi neste local que Abraão armou a sua tenda e edificou o seu primeiro altar (Génesis 12:8; 13:3). O nome Betel foi lhe dado por Jacó. Foi neste lugar que Jacó teve a visão de uma escada que atingia o céu, por onde anjos subiam e desciam.
Quando Jacó acorda do seu sonho, temeu e reconheceu que aquele lugar era a casa de Deus. Jacó pega uma pedra que tinha servido de travesseiro e erigiu uma coluna e sobre ela derrama azeite.
A Palavra de Deus afirmar que existe duas dimensões, a terra e o céu, as coisas deste mundo e as coisas de Deus . O apóstolo Paulo diz em Colossenses 3.2 “pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra”. Quando Jacó sonha com uma escada que ligava a terra ao céu no qual anjos subiam e desciam, ele veê a possibilidade destas duas dimensões serem ligadas, e chama este lugar de “Casa de Deus”.
Onde Deus teria prazer de se manifestar senão em sua casa? Quando Jesus viu que a casa de Deus havia se transformado em lugar de barganha, Ele saiu batendo em todos e disse: “A minha casa será casa de oração, mas vós a transformastes em esconderijo de ladrões”. Lc 19.46
“Casa de Oração”- lugar onde se experimenta a comunhão e a manifestação do sobrenatural de Deus. Lugar onde o céu se faz presente em perfeita harmonia. Lugar onde o céu e a terra se unem. Este lugar é a porta do céu.
Acorda!!!!! O Senhor está neste lugar, só você não sabia.

Pr. Miguel Angelo

O Homem do Céu




Esse livro conta a história de YUN, um homem alcançado pela graça de DEUS e daí, mesmo enfrentando terrível perseguição nos confins da China, não desistiu de proclamar o reino de DEUS. Uma história realmente fantástica de uma caminhada com Deus!