quinta-feira, 28 de outubro de 2010

PLANTE BOAS SEMENTES COLHA BONS FRUTOS



Um dia, um pobre camponês escocês, enquanto tra¬balhava para ganhar a vida e o sustento para a sua família, ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano das proximidades. Ele largou rapidamente as fer¬ramentas, correu para lá e viu um menino gritando, ten¬tando se safar da morte, atolado na lama até a cintura. O camponês, arriscando sua própria vida, salvou aquele me¬nino de uma morte lenta e terrível.
No dia seguinte, uma carruagem riquíssima che¬gava à humilde casa do camponês. Um nobre, elegante¬mente vestido, saiu e se apresentou como o pai do menino que fora salvo da morte.
- Eu quero recompensá-lo - disse o nobre. - Você salvou a vida do meu filho.
- Não, eu não posso aceitar pagamento pelo que eu fiz - respondeu o camponês, recusando a oferta.
Naquele exato momento, uns dos filhos do cam¬ponês veio à porta do casebre.
- É seu filho? - perguntou o nobre.
- Sim - respondeu o camponês orgulhosamente.
- Eu lhe farei uma proposta, deixe-me levá-lo e lhe dar uma boa educação, se o rapaz for como o pai, ele cres¬cerá e será um homem do qual você terá muito orgulho.
O camponês concordou e foi o que o nobre fez. Os tempos passaram, e o filho do camponês se formou no Hospital Escola Universitária Sta. Maria, em Londres, e fi¬cou conhecido em todo o mundo como o notável senhor Alexandre Fleming, o descobridor da penicilina. Contudo, a história não acabou aí. A gente realmente colhe os resul¬tados que plantamos. Anos depois o filho do nobre senhor estava muito doente e novamente em perigo de vida. Sa¬bem quem o salvou? A penicilina! Querem saber o nome do nobre? Era Randolph Churchill, e o nome do filho, que quase morrera atolado e que agora foi salvo pela penicili¬na, era o famoso Winston Churchill.
Colhemos realmente em nossa vida as sementes que plantamos. Se plantarmos o bem, colheremos bons frutos, se plantarmos, nos terrenos férteis da vida das pessoas, o mal, colheremos em nossa vida o resultado dessas mesmas sementes.
Plantemos a partir de hoje, a paz, a alegria, e a bon¬dade, a paciência, e acima de tudo, o amor.

D. D’Cartio

quinta-feira, 21 de outubro de 2010



Necessitamos orar pela reunião de oração; assisti-la e orar, não como meros espectadores, mas como membros do corpo de Cristo, entrando ao trono da graça juntamente com os demais reunidos (Hebreus 4:16).
Necessitamos resistir a toda fraqueza e cansaço; a presente graça sacerdotal de Cristo pode nos elevar sobre todo espírito mau.
Ore brevemente, considerando as crianças, os velhos e enfermos que também estão de joelhos. Seja claro e breve como Moisés em Gênesis 12:13: "Ó Deus, rogo-te que a cures." Também em I Crônicas 4:10 lemos, "Se me abençoares muitíssimo, e meus termos amplificares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja aflito!..." Estas orações são, ambas, claras e breves. Considere como é cruel vagar desde Dã até Berseba (regiões de Israel, uma ao norte e outra ao sul) e tornar a voltar, fatigando as pessoas, já cansadas pelo trabalho cotidiano. Certa ocasião um irmão disse a outro: "Sua oração me colocou em uma santa disposição mental, mas... a mesma oração me tirou dela."
A oração mais longa no Novo Testamento se encontra no capítulo 17 do evangelho de João, onde o Filho se dirige ao Pai; e provavelmente tomou somente cinco minutos.
Evite a crítica; se eu me sinto com espírito crítico enquanto outros oram, é porque meu próprio espírito não está em contato com a mente de Deus. Guarde-se de toda oração "teológica" (em que se fica expondo doutrinas, princípios, etc.). O irmão J. N. Darby disse certa vez: "...esse tipo de oração é uma iniquidade." Se pretendemos orar para mostrar nosso conhecimento, não estamos orando a Deus.
Mantenha seus olhos fechados, mas não durma. Dormir em qualquer das reuniões é grande desonra ao Senhor, e os que fazem tal coisa devem ser admoestados por sua maneira indecente e sem reverência. Descanse no Senhor e pacientemente espere nEle; o Senhor organizará todas as coisas em seu devido tempo.
Orar para que as pessoas ouçam é algo perverso, porque fazemos que estamos orando a Deus, enquanto estamos pregando aos homens. "Mas faça-se tudo decentemente e com ordem" (I Co. 14:40).
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PENSAMENTO: Nós temos uma quádrupla energia, ou seja, o Espírito Santo, a Palavra de Deus, o Trono de Deus e um par de joelhos. Use-os!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Avivamento em Gales

Este homem foi usado poderosamente por Deus para um grande avivamento que varreu o país de Gales, um pequeno principado das ilhas britânicas em 1904.
Evan Roberts é um exemplo de um seguidor dinâmico do Senhor, encorajando a Igreja a ser uma hospedeira adequada do Espírito Santo.

Um mover verdadeiro de Deus não tem como combustível o dinheiro, a organização ou a propaganda. O avivamento autêntico só vem quando a coluna de fogo, que é a presença de Deus, levanta-se e se move. Tentar organizar, promover ou vender um mover de Deus é profanação na sua forma mais baixa.

Os historiadores relataram que a característica mais surpreendente do avivamento de Gales foi a falta de mercantilismo. Não havia hinários, líderes musicais, comitês, coros, grandes pregadores, ofertas e nem organizações. Contudo, almas foram redimidas, famílias foram curadas e cidades inteiras se converteram numa escala nunca vista antes.

Durante o avivamento de Gales as pessoas iam às reuniões por causa de Deus, não por causa de uma superestrela.
Evan Roberts não permitia que seu nome fosse anunciado com antecedência, para que não houvesse nenhuma expectativa na sua pessoa, mas em Jesus.

F.B.Meyer, um líder cristão maduro e renomado após observar Evan Roberts disse: “Ele não irá a frente do Espírito Santo, mas está desejoso de ficar do lado e permanecer atrás, a menos que esteja perfeitamente seguro de que o Espírito de Deus está se movendo”.

Aquele que sabe quando não falar, falará com mais autoridade quando falar.

Em meio ao avivamento, Evan Roberts, esteve em “silêncio” uma semana. Evan não revelou publicamente o que aconteceu nos seus encontros com o Senhor nessa semana, mas todos noticiaram que havia sobre ele uma unção ainda maior. No quinto dia desta semana, Evan anotou quatro princípios simples aos quais ele tinha que se devotar:

1. Preciso tomar muito cuidado, primeiramente, em fazer tudo aquilo que Deus diz - comanda - e somente aquilo. Moisés se perdeu aqui – ele bateu na rocha.

2. Segundo, levar todos os assuntos, mesmo os insignificantes a Deus na oração. Josué se perdeu aqui: ele fez uma aliança com os gibeonitas que fingiram que moravam numa terra distante, enquanto estavam morando bem perto.

3. Terceiro, obedecer ao Espírito Santo.

4. Quarto, dar toda glória a Ele.”

A seguinte oração de Evan que foi registrada, captura sucintamente a ênfase central e a devoção dos evangelistas do avivamento:

“Senhor Jesus, ajuda-nos agora através do Espírito Santo a estarmos face a face com a Cruz. Qualquer que seja o impedimento, nós nos comprometermos a Te servir. Coloca todos nós debaixo do Sangue. Ó, Senhor, coloca o Sangue sobre todo nosso passado até este momento. Nós Te damos graças pelo Sangue. No nome de Jesus Cristo, amarra o diabo neste momento. Apontamos para a Cruz de Cristo. É a nossa Cruz e tomamos posse na Sua conquista. Revela a Cruz através do nome de Jesus. Ó, abre os Céus! Desce sobre nós agora. Despedaça os nossos corações, dá-nos tal visão do Calvário que nossos corações sejam quebrantados. Ó, Senhor, desce agora, abre os nossos corações para recebermos o coração que sangrou por nós. Se tivermos que ser feitos de bobos – torna-nos bobos por Ti. Toma-nos, espírito, alma e corpo. Somos Teus. Tu nos comprastes.

Revela a Cruz por Jesus – a Cruz que vence o mundo. Coloca-nos sob o Sangue. Livra-nos de pensarmos no que os outros falam de nós. Ó, fala – fala – fala, Senhor Jesus. Tuas palavras são verdadeiramente vinho. Ó, revela a Cruz , amado Jesus – a Cruz na sua glória.

Reina em todos os corações por Jesus, ajuda-nos a ver o Salvador agonizante. Capacita-nos a vê-Lo conquistando os exércitos das trevas. Declara a vitória pelo Teu filho, Senhor, agora. Ele é digno de ter a vitória. Tu és o Deus todo-poderoso. Ó, declara a vitória! Daremos toda glória ao Teu nome. Ninguém tem mais direito a glória do que Tu. Toma-a, Senhor. Glorifica o teu Filho nesta reunião. Ó, Espírito Santo – faze a Tua obra através de nós e em nós agora. Fala a Tua palavra com poder, por causa do Teu nome. Amém – e amém!” .
Extraído do Livro ‘O mundo em Chamas” de Rick Joiner.
Por Augusto Cesar Odorizzi

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO




Veja, quantas vezes tivemos problemas em virtude do nosso comportamento. A física, explica que a ação gera uma reação. Comportamento, da mesma forma, gera comportamento. Gerenciar o seu comportamento ajuda a aumentar o seu nível de relacionamento interpessoal, aprendendo a ser mais empático, humilde e solidário. Quando passamos a ser referência, à todo momento somos colocados à prova, pelo público interno e externo em nossas atividades, a forma como gerenciamos o nosso comportamento e as nossas atitudes, influencia diretamente no comportamento das demais pessoas que convivem conosco na empresa, escolas, clubes, etc... e na própria residência. Quando conhecemos as nossas forças e fraquezas e entendemos o que podemos fazer para controlar as atitudes tempestivas, agressivas e até irônicas, com certeza iremos mais longe e construiremos uma rede de relacionamento mais duradora. Falamos de gerenciamento de comportamento, pois sabemos que não é fácil, principalmente quando não nos damos conta dessa condição, que gera conflito e afasta pessoas do nosso convívio. Saber ouvir, muitas das vezes é mais importante do que falar, respeitar opinião, não quer dizer necessariamente em concordar, mesmo porquê na grande maioria das vezes é subjetiva e com o tempo pode mudar. Sabemos que não mudamos de comportamento de um dia para outro, mas temos que ter como objetivo particular a evolução no desenvolvimento dessas relações, fortalecendo os pontos positivos e trabalhando com forte disposição para mudar os pontos negativos. Pensar positivamente, sendo otimista, criando uma ambiente de prosperidade, influencia as demais pessoas e pode transformar o futuro. Procure fazer parte do grupo de pessoas que fazem a diferença. Lembre que a diferença, faz a diferença. Compreenda a condição e os limites de cada um, valorize e celebre mesmos as pequenas conquistas, demonstre, mesmo para aquela pessoa mais simples e humilde que convive no seu dia a dia, que ela é importante e que tem valor, com certeza você também será importante para ela. Tenha um bom dia.

Autor: Desconhecido